quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Jobs by Steve



"Morre Steve Jobs, fundador da Apple"

Mas quem foi Steve Jobs?

Nesta palestra em uma formatura de uma universidade americana o proprio Jobs conta nas suas proprias palavras:



terça-feira, 27 de setembro de 2011

O manual de identidade visual deve conter:



  1. Os aspectos formais da marca - ou seja os elementos que compõe o símbolo gráfico e as variações formais da marca: por exemplo, para uma marca representada por uma imagem fotográfica deve ser apresentado tal imagem nos padrões monocromático, preto e branco, tons de cinza, fotográfico uma versão digitalizada ou seja uma versão vetorial da marca nas mesmas variações formais: monocromática, preto e branco, tons de cinza, chapado.
  2. Apresentar as variações da assinatura da marca: padrão de assinatura horizontal, padrão de assinatura vertical e variações formais da assinatura com slogan e sem slogan. Algumas marca contém slogan, outras não. Assim como algumas marcas são compostas simplesmente pelo nome da empresa ( coca-cola, ibm, microsoft). É imprescindível apresentar tais características da marca e sustentar uma utilização padronizada.
  3. Apresentar aspectos técnicos da marca: cor (pantone, rgb, cmyk, hexadecimal), fonte, dimensões, direção, etc.
  4. Apresentar o padrão de utilização da marca em todo o material institucional previsto pela empresa: papel timbrado, envelope, etiqueta, adesivo, embalagem, objetos, uniforme, rótulo, frota etc.
  5. Determinar dimensões mínimas e máximas para a impressão.
  6. Regularizar a utilização da marca em fundo colorido, preto, branco e monocromáticos.
  7. Apresentar situações a serem evitadas.

Identidade visual





Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente, e de forma sistematizada, um nome, idéia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo visual e conjunto de cores.
A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Positivo anuncia o tablet Ypy

Click here to find out more!
Click here to find out more!

Sem isenção, produto tem preços a partir de R$ 999


Quando tablets nacionais tiverem isenção de impostos, seu preço deve cair 31% Crédito: Divulgação
As empresas de informática não esperaram a votação do Senado da Medida Provisória que inclui os tablets produzidos no Brasil no Programa de Inclusão Digital, o que lhes permitirá ter isenções fiscais capazes de baratear o produto em até 31%.
Nesta terça-feira, 20, quem anunciou sua linha de tablets foi a Positivo Informática. Denominado Ypy, o produto chega ao mercado com sistema operacional totalmente em português e rodando em Android.
O mais barato, de sete polegadas e sem 3G, custará R$ 999, sendo que os preços dos demais estão sendo definidos. Os aparelhos vêm com 50 aplicativos, incluindo, de música, jogos e livros, desenhados para o mercado nacional, parte do sistema denominado Mundo Positivo.
Durante o anúncio dos novos produtos, o presidente do Grupo Positivo, Hélio Bruck Rotenberg, afirmou que pretende torná-los mais baratos que o iPad, da Apple. Além disso, depois de consolidar o Ypy entre os varejistas brasileiros, sua intenção é fazer uma versão em espanhol para comercializar no mercado argentino ainda este ano.
O Ypy tem garantia de um ano e suporte da rede de assistências técnicas credenciadas à Positivo Informática em todo país. O Positivo Ypy 7 chega ao varejo na segunda quinzena de outubro, nas versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G e o Positivo Ypy 10 será vendido com foco no Natal nas versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G. O Grupo Positivo também estuda parcerias com operadoras de telefonia.
 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ibope confirma Facebook a frente do Orkut

Relatório do instituto de pesquisa aponta que rede de Mark Zuckerberg já possui 30,9 milhões de brasileiros cadastrados; Orkut tem 29 milhões





Rede social conseguiu quebrar a predileção dos brasileiros pelo Orkut e já ultrapassa a marca de 30 milhões de usuários no País Crédito: Reprodução
Aquilo que grande parte dos internautas brasileiros já havia notado e que foi divulgado na imprensa na semana passada pela revista IstoÉ Dinheiro – mas, a ocasião, sem a confirmação definitiva do instituto responsável – foi, finalmente, oficializado pelo Ibope Nielsen Online: o Facebook, no Brasil, já possui mais usuários do que o Orkut.

De acordo com o relatório, foi em agosto que a rede social de Mark Zuckerberg derrubou a hegemonia do Orkut, a rede social queridinha dos brasileiros há alguns anos. Segundo o Ibope, no final do mês passado, o Facebook contabilizava um total de 30,9 milhões de usuários únicos (o que correspondia a 68,2% dos internautas que, no período, acessaram a internet de forma frequente, de sua residência ou do trabalho). Enquanto isso, o Orkut registrou 29 milhões de usuários únicos (o equivalente a 64% do total de internautas do País).

Revelar a audiência de determinados sites ou redes sociais não é uma prática usual do Ibope Nielsen Online. A divulgação do total de usuários do Facebook e do Orkut aconteceu justamente por conta da informação, antecipada pela revista IstoÉ Dinheiro, da nova configuração das redes sociais do Brasil. No próprio relatório, o Ibope Nielsen Online ressalta que a revelação da audiência teve caráter excepcional.

Além de Facebook e Orkut, o Twitter também apresentou bons números para o mercado brasileiro. Em agosto, o microblog registrava um total de 14,2 milhões de usuários únicos (31,3%) dos internautas ativos do País.

Mais de 77 milhões de conectados

Como faz regularmente, o Ibope Nielsen Online também divulgou o universo de internautas do País. Segundo o relatório, no segundo trimestre do ano, o Brasil contava com 77,8 milhões de pessoas com acesso a internet (seja em casa, trabalho, lan-houses, escolas ou outros locais), um número 5,5% superior ao do segundo trimestre de 2010 e 20% maior do que o igual período de 2009.

Desse total, 61,2 milhões de pessoas acessam a web regularmente, de sua casa ou de seu local de trabalho. O tempo de navegação dos brasileiros também cresceu 6,4% em agosto – em comparação com o mês anterior, julho. No mês, cada internauta do País navegou, em média, 69 horas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Lojas Virtuais.

O que são Lojas Virtuais. O surgimento das lojas virtuais. Planejamento e implantação de lojas virtuais. Como se realiza a venda pela Internet

Baseado no eBook:"Lojas Virtuais - Como vender na Internet"

As lojas virtuais surgiram em meados dos anos 90 e são a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não há necessidade da presença física nem do comprador, nem do vendedor; lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel moeda e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transação. Nas lojas virtuais, a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do planeta.


LOJAS VIRTUAIS - CONCEITO
Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.


A IMPORTÂNCIA DAS LOJAS VIRTUAIS
A lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. É nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e estão sendo oferecidos a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conheça os cinco perfis de criativos

Existem perfis diferentes, mas igualmente importantes no processo criativo.



Que você profissional de criação é alguém criativo, poucos têm dúvidas. Mas você já parou para pensar no tipo de criatividade você possui?
Segundo o consultor Nick Fenn, da Creative Creatures, existem cinco perfis diferentes dentro da criatividade. “Observamos os comportamentos das pessoas durante o processo de criação existe uma subdivisão.

O processo criativo só vai pra frente se cada um entender o seu papel nele, de acordo com o perfil que possui. A consultoria de Fenn atua justamente nessa seara: identificar onde cada um pode render melhor. “Cada pessoa tem a sua ID criativa”,  .Há diferentes tipos de criatividade. Mas essas diferentes peças precisam ser unidas.
Que você profissional de criação é alguém criativo, poucos têm dúvidas. Mas você já parou para pensar no tipo de criatividade você possui?
Segundo o consultor Nick Fenn, da Creative Creatures, existem cinco perfis diferentes dentro da criatividade. “Observamos os comportamentos das pessoas durante o processo de criação e notamos que há

Há diferentes tipos de criatividade. Mas essas diferentes peças precisam ser unidas Crédito: Divulgação
uma subdivisão”, afirma.

Há grandes diferenças, por exemplo, entre aquele sujeito que é bom em ter milhões de ideias por segundo e aquele outro que sabe escolher o que é melhor. E todos são importantes dentro do processo.

Veja abaixo o que caracteriza cada um dos perfis e reconheça suas aptidões em comparação com grandes nomes do mercado (selecionados pela consultoria).

Estimuladores (Stimulators)
Buscam ideias em fontes diferentes e tem várias delas. Adoram explorar e ser os primeiros a descobrir as coisas.

 Reconhecedores (Spotters)
Aqueles que conseguem processar e olhar muita informação e ideias e fazer a conexão entre tudo isso de maneira intuitiva. 

Escultores (Sculptors)
Dão vida às ideias por meio de palavras e imagens. São os contadores de história, que transformam ideias em algo concreto e tangível.
 
Selecionador (Selectors)
Decidem os rumos que devem ser tomados. Separam o joio do trigo e se sentem confortáveis diante de muitas opções, considerando as implicações de cada uma delas.

Apoiador (Supporters)
Dão suporte à ideia para que ela aconteça. Eles facilitam o processo criativo e entendem as dinâmicas dos grupos e o senso da energia individual de cada pessoa.

Publicidade sustentavel

O movimento do ecologicamente correto, com o uso de produtos recicláveis e naturais em ações de marketing, ganha força no mercado publicitário. Para muitas agências, encontrar soluções sustentáveis deixa as campanhas ainda mais criativas. Algumas empresas estão se dedicando exclusivamente a essa empreitada, caso da EcoMídia. Lançada em 2008, a empresa nasceu da oportunidade de somar a tendência de lançamentos de produtos sustentáveis e recicláveis com ações de marketing que tivessem mais interação com o consumidor. Outro filão explorado pela EcoMídia é o chamado “mídia in-home”, aquela que o consumidor pode levar para dentro de casa.

“O Brasil, os anunciantes e os consumidores estão cada vez mais atentos para as questões sustentáveis. As pessoas têm hoje uma percepção mais amadurecida de que é preciso acordar e agir para as causas do planeta, começando por pequenos gestos que podem mudar toda a cadeia produtiva. Preservar, reciclar, agredir menos são premissas de um consumismo mais inteligente. E o Brasil está no foco da questão. Ano que vem acontece o evento mundial Earth Summit no Rio de Janeiro, para discutir os rumos sustentáveis da Terra para os próximos anos e repensar o que já foi feito. A Fiesp criou um Comitê Ambiental de Jovens Emprededores, para promover encontros e fomentar quem pensa em business verde”, comenta Arthur Trejger, diretor da EcoMídia
Segundo ele, a empresa percebeu todas estas questões e decidou partir para fazer negócios que também mudassem comportamentos. O primeiro produto criado pela EcoMídia foi o cabide ecológico, construído em duplex, microondulado e gancho plástico, com design patenteado em diversos modelos. Distribuído gratuitamente pelas lavanderias, possibilitou a regionalização das campanhas promocionais, o que, afirma Trejger, havia se tornado inviável em cidades como São Paulo, com a proibição da mídia exterior.
Nestes três anos, a EcoMidia já produziu dezenas de campanhas para clientes como Volkswagen, Besni, C&A, Telecine, Shoppings Morumbi e Jardim Sul, Net, além das maiores incorporadoras do país: Gafisa, Rossi, Tecnisa, Brookfield, Schahin e Masb.
“O case da C&A foi diferente: o primeiro contato foi há mais de um ano e tivemos de aprovar o cabide em diversos testes, como resistência ao transporte e manuseio .O conceito foi o de transformá-lo em um brinde ecologicamente correto e, ao mesmo tempo, em um veículo de mídia da campanha e da coleção TCollection, a ser levado para casa pelo consumidor", conta Trejger..
Outra empresa que investiu em formas sustentáveis de marketing foi a DesigncomZ, que desenvolveu para a marca Track&Field, as cápsulas EcoTrack. A diretora de marketing da DesigncomZ, Cintia Martin, explica que o anunciante precisava ter o estoque da loja mais integrado com a arquitetura. “Estudamos com a equipe as características de cada peça e uma nova maneira de dobrá-las. As cápsulas foram projetadas para que pudessem guardar a maioria dos produtos da loja. Desta forma, todos os itens estarão organizados por estilo, cor e tamanho, possibilitando que o próprio cliente encontre a peça que procura para experimentar em um dos três provadores, ou levar diretamente ao caixa. As cápsulas podem ser usadas também como embalagem de presente e reaproveitadas, diminuindo muito seu impacto ambiental”, completa.
O material usado para a criação das cápsulas foi o biopolímero Ingeo que substitui o plástico feito a base de petróleo por um material de origem vegetal. Cintia destaca que, comparado com a produção de PET, por exemplo, a manufatura do Ingeo gera 75% menos gases causadores do efeito estufa e exige 56% menos combustível fóssil. Por enquanto, o produto está sendo usado nos Estados Unidos, mas a Track&Field tem planos de utilizar as cápsulas também no Brasil, ainda sem previsão de data.
“Cada vez mais as marcas vêm buscando formas de reduzirem seu impacto ao meio ambiente. Conseguir trazer para o consumidor uma experiência alinhada com a marca e que ainda polui menos o ambiente e pode ser reutilizada é uma das formas da Track&Field trabalhar o seu pilar de sustentabilidade”, comenta Cintia.
Criada com o objetivo de ser uma alternativa de divulgação ecológica no mercado de publicidade, a Zebu Midias Sustentáveis é formada por um grupo de jovens profissionais que perceberam a tendência das empresas de desejarem comunicar aos seus clientes suas ações em prol do meio ambiente.
“O consumidor está buscando cada vez mais empresas que estejam envolvidas com ações socioambientais. No entanto, o conteúdo ecológico a ser divulgado pelas empresas, na maioria dos casos, não condiz com a plataforma de divulgação. Como resultado, podemos ver propagandas engajadas nesse tema sendo veiculadas em flyers (que são produtos extremamente poluentes, com pouco apelo publicitário e que em muitos casos não são reciclados) ou em outdoor, televisão e outros tipos de mídia não adequada às necessidades do cliente. A Zebu produz mídias que buscam alinhar o maior impacto de divulgação com o menor impacto ambiental. Nos propomos a criar soluções de divulgação que, somadas ao valor da sustentabilidade, sejam inéditas e criativas”, enfatiza Amon Pinto, diretor de marketing e vendas da Zebu.
Um exemplo disso é o stencil limpo que, diz ele, é um serviço que consiste na impressão das informações sem utilizar nenhum tipo de tinta. A partir da limpeza localizada de determinadas superfícies é possível usar a técnica como forma de divulgação. A empresa foi criada no ano passado e surgiu como um projeto de faculdade. Três amigos – Felipe Salvador, Pedro Ivo Costa e Amon – estão finalizando o curso de design na PUC Rio, se tornaram sócios e durante o desenvolvimento do projeto final da universidade perceberam iniciativas semelhantes na Europa.
Amon frisa que o stencil limpo é uma mídia que eles estão trazendo e que se aproveita das superfícies sujas para imprimir informações. “Esse serviço já é bastante explorado em alguns países da Europa, e como as cidades brasileiras também estão completamente sujas, vimos na poluição uma oportunidade de trabalho. O stencil limpo ou green graffiti apesar de já ter sido utilizado no Brasil em projetos artísticos, como no caso do artista Alexandre Orion, em São Paulo, nunca foi utilizado como objeto de publicidade”, lembra Amon.
A Zebu vem trabalhando diretamente com as agências de publicidade fornecendo o suporte de mídia para as campanhas que estiverem desenvolvendo. Tanto há a possibilidade de o cliente optar por alguma mídia já existente para divulgar os seus projetos, como poderá solicitar o desenvolvimento de uma mídia que esteja de acordo com o seu briefing, explica Amon.
No Rio, a Zebu mapeou locais pela cidade para impressão de informações por meio desse processo. Amon adianta que ainda este mês vai ser possível ver o trabalho da agência no cenário carioca.
 

Google compra Motorola por US$ 12,5 bilhões


Se havia alguma dúvida sobre as intenções do Google em competir no mercado de celulares, essa dúvida acaba de se dissipar. A companhia anunciou nesta segunda-feira, 15, a compra de toda a divisão de aparelhos móveis da Motorola (celulares, tablets, smartphones etc.), a Motorola Mobility.

O Google pagou US$ 40 por ação, em dinheiro, totalizando cerca de US$ 12,5 bilhões. Com o negócio, a companhia espera alavancar os investimentos no sistema operacional Android, presente em mais de 150 milhões de aparelhos em todo o mundo – são 550 mil ativações por dia.

"Esta aquisição não vai mudar nosso compromisso com o Android como plataforma aberta", afirmou Larry Page, CEO do Google, por meio de um comunicado. "A Motorola continuará a ser licenciada do Android e o Android permanecerá aberto. Vamos tocar a Motorola como um negócio separado." Segundo ele, vários outros hardwares ajudaram a transformar a plataforma no sucesso que é hoje, por isso não haverá mudanças na atuação.

"A combinação entre Google e Motorola não irá sobrecarregar apenas o Android, vai também aumentar a concorrência e oferecer aos consumidores inovações aceleradas, maior possibilidade de escolha e maravilhosas experiências", continuou o executivo. "Estou confiante de que essas grandes experiências criarão enormes valores para os acionistas."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Forum de E-commerce

No próximo dia 27 de agosto (sábado), acontece em São Paulo, o maior encontro de profissionais de e-commerce da América Latina, o Fórum E-Commerce Brasil 2011. O evento é promovido pelo Projeto E-Commerce Brasil, uma iniciativa do Grupo iMasters, Abril e Google.

O encontro, que tem como objetivo buscar a excelência em e-commerce contará com a participação de Thiago Bacchin, Presidente do Grupo DBG e CEO da Cadastra, agência de Search Engine Marketing.

Na ocasião, o executivo irá abordar as ações para aumentar as vendas a partir do Google com Links patrocinados e SEO, utilizando sua expertise no segmento após projetos de Search Marketing em empresas como Saraiva, Kalunga, Editora Globo, Polishop, Shoestock, entre outros.

Em 2008, Bacchin foi VP do Comitê SEM da IAB Brasil, sendo Presidente em 2009. No mesmo período liderou no Brasil, o maior evento de Search do mundo: Search Marketing Expo – SMX.

No evento, as palestras serão realizadas de forma simultânea em dois auditórios. O painel do executivo da Cadastra acontecerá no auditório Tony Hsieh, às 10 horas.

Estudo mapeia comportamento das crianças na internet

Estudo mapeia comportamento das crianças na internet

 
Elas estão mais ligadas em redes sociais
O e-mail não é um serviço muito utilizado pelas crianças e sua popularidade vai diminuindo à medida que vão se aproximando da adolescência, revela pesquisa realizada pela Viacom Networks Brasil, dona das marcas Nickelodeon, Vh1 e Comedy Central.
Dos 8 aos 9 anos, 82% dos entrevistados possuem correio eletrônico. Depois, a taxa só diminui: dos 10 aos 12 anos, 55% usa e-mail, e dos 13 aos 14 anos apenas 27% usa o serviço. Para eles, o e-mail funciona apenas para se cadastrar nas redes sociais.
O estudo também mostra quais são as influências das redes sociais nos pequenos. Segundo a gerente de pesquisa da Viacom Networks Brasil, Beatriz Mello, as crianças acabam desenvolvendo habilidades diferentes e se tornando um consumidor mais atento. Ela cita como exemplo o episódio do aumento do custo do pão de queijo, na cantina de um colégio da cidade de São Paulo. “As crianças se mobilizaram, o assunto foi um dos mais comentados no Twitter e o pão de queijo voltou ao seu custo anterior”.
Cerca de 55% dos ouvidos usam as redes para conversar com amigos; outros 36% para jogos; 15% para postar e ver fotos; e o restante para enviar e receber recados. Segundo as crianças, as redes sociais são usadas para se auto-afirmar ou se promover, avisar os amigos o que estão fazendo, perguntar e responder sobre a vida deles e também “interagir e se divertir. As preferidas são: Facebook, Orkut, Twitter, Formspring, YouTube,Tumblr, além do MSN  (serviço de mensagem instantânea).
Segundo a pesquisa, as crianças brasileiras têm contato com a Internet a partir dos seis anos, e para 91% dos entrevistados dessa faixa etária, a rede mundial de computadores representa diversão.
A partir dos oito anos de idade, 54% dos participantes disseram que a Internet é a principal fonte de busca do conhecimento (citando os buscadores Google e Yahoo!).
Para crianças acima de 10 anos de idade, a interação se torna a principal característica da rede. Cerca de 85% delas se conectam para falar com amigos e interagir com outras pessoas.
Os lugares de acesso também variam de acordo com a faixa etária. De 8 a 10 anos, as crianças entram na rede a partir de computadores em casa, na casa de avós ou tios, na escola, por exemplo. Esses são os locais com mais “controle”. Os entrevistados maiores de 11 anos disseram que acessam a Internet com mais “liberdade” – de computadores em seus quartos, na casa de amigos, em lan houses ou pelo celular.
 Os dados são do estudo Conicktado, em parceria com os institutos de pesquisa ONIdea e Play. Foram entrevistadas cerca de 150 crianças, com idade entre 8 e 14 anos, das cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre no mês de junho de 2011.
O Conicktado é uma rede de relacionamento fechada, criada em 2010 especialmente para descobrir gostos e costumes de crianças e adolescentes, além de prever as tendências desse público.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

E-bit: Comércio eletrônico fatura R$ 8,4 bilhões no 1.º semestre de 2011


Crescimento de 24% é menor que o registrado no mesmo período do ano anterior; expectativa é fechar 2011 com R$ 18,7 bilhões.

O faturamento do comércio eletrônico brasileiro no primeiro semestre de 2011 foi de 8,4 bilhões de reais, com um crescimento de 24% em relação ao primeiro semestre de 2010. Este é um dos números da 24.ª edição do relatório Webshoppers, divulgado nesta terça-feira (16/8) pela e-bit e a Câmara Brasileira de ComércioEletrônico (câmara-e.net).
“No ano passado, o crescimento esteve na casa de 40%, mas foi ano de Copa do Mundo, quando as pessoas substituíram suas TVs por modelos de tela fina”, justifica o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti. A queda também afetou o tíquete médio, que no primeiro semestre foi de 355 reais, em média – no ano passado, o valor ficou entre 370 e 380 reais.
Cerca de 25 milhões de pedidos foram feitos no periodo, parte deles trazidos pela entrada do público de baixa renda – dos novos entrantes no comércio eletrônico brasileiro, 61% possuem uma renda familiar de até 3 mil reais. O dia dos Namorados e o dia das Mães contribuíram com 1,4 bilhão de reais do faturamento.
Compras coletivas
Os números da e-bit, tanto do primeiro semestre como o da projeção para 2011, não incluem o setor de compras coletivas. “Temos acompanhado o setor muito de perto, com 100 sites já avaliados”, diz o diretor-geral da e-bit, Pedro Giusti. A e-bit também afirma estar apurando a correlação entre o crescimento das compras coletivas e o valor do tíquete médio. “O que podemos dizer é que estamos assistindo à troca de acionistas. A consolidação vai ocorrer”, diz. Em 2011, o faturamento do setor de compras coletivas deverá ficar entre 900 milhões e 1,2 bilhão de reais. “É um mercado à parte. Em breve iremos lançar um estudo sobre o perfil deste consumidor.”
Em relação a meios de pagamento, há grande concentração cartão de crédito, diz Giusti. “O market share [de cartões] está em torno de 80%, mas varia dependendo do tipo de loja, da categoria.” Boleto, por exmeplo, é utilizado entre 10 a 15%, dependendo da loja. “De forma geral sugerimos usar cartão de crédito ou meio digital seguro voltado para o e-commerce, em que o dinheiro não é imediatamente repassado ao lojista. Isso trouxe muita segurança para o setor”, explica.
Em relação aos produtos mais vendidos, os eletrodomésticos permaneceram no topo (17%). Em seguida vêm Informática (12%) e Saúde, Beleza e Medicamentos (11%). Moda e Acessórios vêm despontando entre as cinco principais categorias, como ocorreu no dia dos Namorados, aponta a e-bit. No ranking geral, contudo, a categoria ficou em sexto lugar.
Profissionais
Por cinco dias no começo de agosto, o e-bit entrevistou cerca de 270 representantes do comércio eletrônico brasileiro sobre práticas na contratação de profissionais. Do universo pesquisado, 63% contrataram profissionais nos últimos 6 meses, mas em 79% dos casos as habilidades não foram suficientes.
“Dos novos contratados, 73% foram treinados pelo seu próprio gestor e 20% deles tinham salário mais alto do que poderiam oferecer. Apenas 3% não precisaram de nenhum treinamento. É um profissional difícil de achar”, diz Umberti. Em relação a salários, a pesquisa revelou que 34% recebem acima de 5 mil reais e 40% ocupam cargos de chefia.
Segurança virtual
A e-bit também incluiu neste estudo uma pesquisa sobre segurança virtual, realizada com base em 2 mil entrevistas. “Antes o consumidor fazia um teste com compras pequenas e, com o tempo, adquiriam confiança. Queríamos saber: Como está o setor atualmente? As pessoas estão se sentindo mais seguras?”, afirma o diretor-geral da e-bit, Pedro Giusti. “Primeiro, perguntamos se ele se sente mais seguro em relação ás compras em relação a um ou dois anos atrás: 49% disseram que estão se sentindo mais seguras e 21%, muito mais seguras. Ou seja, 70% responderam afirmativamente.”
Um fato curioso é que, embora 81% tenham afirmado que acessam a Internet com finalidade de fazer uma compra virtual, o Internet Banking não é utilizado por 26%. “Eles compram pela Internet, mas não usam o Internet banking”, nota Giusti.
Dos que não utilizam, 58% não se sentem seguros em fazer uma transação online. “Quem não utiliza? Homem, com maior graduação e com renda maior”, define Giusti. “São as pessoas mais velhas, que precisavam romper a barreira de usar a internet. É um público mais conservador.” O executivo ressalta, contudo, que o setor evoluiu, houve uma evolução nos selos de certificação e novas plataformas seguras vieram. “Tudo isso ajuda a aumentar a percepção de segurança.”
Expectativa
Pelos dados da e-bit, o e-commerce deve chegar a 18,7 bilhões de reais de faturamento para 2011. O crescimento deverá ser de 26% em relação ao ano passado, quando faturou 14 bilhões.
“Cerca de 4,7 milhões de pessoas vão experimentar a primeira compra na web. Chegaremos a 32 milhões de pessoas que compram pela Internet no brasil - uma penetração de 40% ou mais na população de internautas”, ressalta . No ano serão mais 29 milhões de pedidos efetuados no segundo semestre, concentrados principalmente em eletrodomésticos, eletrônicos, moda e acessórios. O tíquete médio deverá ficar em torno de 350 reais.
Um segmento que tem atraido a atenção da e-bit é o de produtos automotivos. “Tem crescido bastante, mas não chega a estar entre os 15 segmentos maiores”, diz Giusti. Outros setores de crescimento são artigos esportivos. móveis e artigos para o lar. “Tablets devem despontar no segundo semestre”, completa.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

As lições de Steve Jobs


http://www.phxweb.com.br/wp-content/uploads/2011/02/steve-jobs-apple-empreendedor.jpgGrandes líderes como o CEO da Apple, Steve Jobs, são visionários supremos e gênios do marketing, conforme a definição do expert Paul David Walker, autor do livro Unleashing Genius (Morgan James Publishing, 2008). Para serem melhores líderes, CIOs precisam ser mais parecidos com eles.
Porém é preciso tomar cuidado com o calcanhar de Aquiles dos líderes: um ego impetuoso pode enviar colaboradores valiosos direto para a saída, o que pode resultar em um vácuo no plano de sucessão, avalia Walker. Para se tornarem melhores líderes, os CIOs precisam andar em uma linha tênue entre compreender e agir sobre a natureza extraordinária de seus gênios e, ao mesmo tempo, ter a humildade e paciência necessárias por ser subordinado ao CEO. 
Walker, que se descreve como fã da Apple, vem prestando consultoria de carreira para executivos e líderes por três décadas. Em entrevista, ele mostrou a lições de liderança deixadas pela Apple e por Jobs. 
Qual sua visão de Jobs como líder?
Walker: É um dos líderes visionários mais poderosos dos dias de hoje. Ele é altamente inteligente e capaz de estimular novos mercados. Também foi capaz de conquistar a lealdade de engenheiros brilhantes. Isso é muito importante porque engenheiros normalmente pensam que todos são idiotas, menos eles. Liderar um grupo como esse requer muita habilidade. 
CIOs também precisam liderar gênios do mundo técnico. Como podem fazer isso melhor?
Engenheiros respeitam habilidades intelectuais e cognitivas. A maioria desses profissionais têm grandes ideias, mas sem perspicácia de mercado. Jobs ama tecnologia de verdade e faz parte de um grupo de pessoas que compõem 2% do mundo, em termos de marketing. Engenheiros respeitam líderes que amam tecnologia e podem pegar suas ideias e transformá-las em produtos que vendam. E, neste caso, Steve é o melhor aliado de um engenheiro.
Enquanto líder, Jobs sempre foi criticado por seu temperamento inflamável. Como isso influencia na hora de liderar?
Apenas 5% das pessoas podem imaginar algo, brincar com isso em suas mentes e visualizar o produto final. Invariavelmente, um líder inteligente assim não compreende por que outras pessoas não entendem essa lógica, que parece tão óbvia.
Quando essas pessoas enxergam que seus colaboradores não compreendem, ficam muito frustradas e agressivas com eles. Isso pode chatear as pessoas, porque seus respectivos egos são desafiados – como vocês sabem, Rob Johnson, chefe do setor de revendedoras, saiu – e ele criou lojas brilhantes. Alison Johnson, vice-presidente de marketingcomunicações global, também deixou a empresa.
Penso que isso é uma fraqueza que líderes muito inteligentes possuem. Humildade é um traço muito mais difícil de ser desenvolvido. Com objetivo de desenvolver um bom plano de sucessão, é preciso criar certo nível de humildade para que você possa ter pessoas que não deixem a peteca cair quando você sair. 
A falta de uma liderança visionária explica a falta de habilidade aparente da Microsoft em inovar?
Bill Gates era obviamente o Steve Jobs da Microsoft. A situação da empresa neste momento mostra que o sucessor não é tão visionário ou brilhante quanto Gates. Não gosto de julgar o atual CEO, Steve Ballmer, porém basta olhar os resultados; a Microsoft não tem apresentado boas ideias.
Falando em suscessão, quem você acha que irá substituir Jobs?
Tim Cook, COO da Apple, ainda não faz parte dos favoritos, e você deve se perguntar por quê. É uma habilidade muito diferente para operar uma companhia com sucesso do que criar novas realidades. Se Cook é um bom piloto, grandes são as chances de que ele não será o visionário que pode criar novas realidades. Quem eu escolheria? Talvez alguém da direção da Pixar, apesar de que não conheço muito bem o time. 
Por que da Pixar?
Jobs é um mestre do branding, marketing e tecnologia. Cada detalhe de seus produtos – tenho alguns deles – é bonito e elegante. Já que Jobs construiu a Pixar, penso que as pessoas dessa empresa tem esse tipo de treinamento.  
Às vezes um bom líder pode suprimir boas e má ideias, porém a Pixar continua a ser extremamente criativa depois que Jobs saiu. Deve haver pessoas capazes de liderar nesse lugar. 
O que os CIOs podem aprender a respeito de liderança com a Apple e com Jobs?
A maior parte dos CIOs tende a ser muito operacional, ainda que eles tenham de se tornar mais estratégicos na diretoria executiva. Tecnologia é uma ferramenta estratégica em qualquer companhia nos dias de hoje, e o marketing de sucesso está ligado a alguns tipos de invenções high-tech. 
CIOs precisam tomar a frente e se tornarem mais criativos, mais visionários como Jobs. Eles podem apresentar ideias que usem a tecnologia para penetrar mercados e melhorar a performance da companhia, além de fazer cursos sobre marketing e branding.  
A grande lição da Apple é que a empresa mostrou que a tecnologia pode ser legal, e esses líderes precisam pensar em maneiras de tornar seus produtos interessantes. Por exemplo, um dos meus clientes da Disney criou, em conjunto com o CEO, um espelho para as revendedoras. Assim como o “Espelho, espelho meu” da Branca de Neve, as meninas podem se olhar e enxergar a si mesmas vestidas como princesas. Eles se tornaram um dos itens mais populares das lojas. Esse é o futuro do CIO. 
E a respeito do fator da arrogância?
Não é preciso ser arrogante para impressionar as pessoas com suas habilidades. Deixe-a em casa porque não funciona para você. É mais fácil ser arrogante quando se é o CEO – os CIOs precisam ser mais pacientes. Entretanto, não deixe sua confiança e criatividade do lado de fora da companhia.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Internet e seu negocio.

http://agenciabusiness.com/images/slider_img_1.jpg
Inernet
As vendas on-line no Brasil movimentaram14 Bilhoes de reais do ano passado e crescem a uma taxa de 30% ao ano. ter um site tornou-se indisponsavel para as empresas. Boa parte das companhas uas as redes sociais como Twiter e facebook para se aproximar de seus clientes.




Iniciando um negocio certo


Oito segredos para montar uma nova empresa de tecnologia

O sucesso das startups depende da capacidade de entrar rapidamente no mercado, contratar as pessoas certas e se dedicar 100% ao trabalho






Startup

A maioria das (empresas iniciantes) de tecnologia morre logo no primeiro ano de vida. Os motivos são muitos, mas estão, em grande parte dos casos, ligados à capacidade de gestão dos fundadores dessas companhias.

A partir dessa constatação, Bill Clark, CEO da Microventures – grupo norte-americano que trabalha com investimentos em empresas iniciantes da internet – escreveu um artigo no site Mashable no qual dá oito dicas para quem quer montar uma startup e ter sucesso em longo prazo:

Dica 1 – Tenha bons programadores
Clark destaca que é essencial ter alguém na equipe com um sólido conhecimento em programação e que possa implementar as ideias para um novo produto ou serviço. “Você precisa se assegurar que essa pessoa já criou sites com requisitos similares a seus objetivos”, pontua.
Ele lembra ainda que problemas de programação são um dos principais itens que atrasam o lançamento de um empreendimento na internet. 

Dica 2 – Lance o produto rapidamente
Quando as pessoas querem lançar um produto ou serviço inovador, a todo momento, surgem novas ideias de funcionalidades que podem ser adicionadas a ele. “No entanto, isso pode atrasar o lançamento”, aponta o especialista, que considera a perda de tempo como algo fatal para qualquer startup.
Ele aconselha que as pessoas façam o lançamento do produto ou serviço com suas principais funcionalidades e, depois, acrescentem ferramentas ou adequem os recursos necesssários, inclusive, a partir de opiniões dos próprios usuários. “Se você está inseguro sobre lançar algo, deixe os clientes saberem que é uma versão beta e que eles podem esperar melhorias em breve”, indica Clark.

Dica 3 – Identifique os usuários
Antes de colocar qualquer produto no mercado, as startups precisam estar certas de que, realmente, entendem as necessidades dos seus clientes. “Você pode assumir que os clientes potenciais estão procurando sua solução em particular para descobrir, depois do lançamento, que ela é muito cara ou não é adequada às necessidades dos usuários”, informa o consultor.

Assim, ele aconselha que é necessário dedicar algum tempo para entender exatamente o que os clientes desejam e quanto eles estão dispostos a pagar por isso.

Dica 4 – Não se foque em um pequeno nicho
Resolver um problema de um grupo específico de usuários não é uma má ideia para se diferenciar da concorrência, no entanto, pode não gerar volume suficiente de usuários para trazer receitas para a startup. O mais interessante é encontrar um nicho de mercado onde o produto ou serviço possa ser interessante, mas que também tenha uma escala de venda que justifique a operação.
Além disso, Clark aconselha que o ideal é buscar outros nichos de mercado que possam se interessar pelas soluções oferecidas pela empresa e que só demandem pequenos ajustes da ideia original.

Dica 5 – Levante o dinheiro necessário para começar
“Como a maioria das startups sabe, determinar quanto de dinheiro é preciso levantar [para começar o negócio] é difícil”, ressalta o especialista, mas ele considera que definir isso representa um passo essencial. Para chegar a um valor adequado, deve-se considerar possíveis problemas que ocorrerão no meio do caminho até o lançamento do produto e, caso precise de um investidor, o custo total precisa ser muito bem justificado, inclusive com as previsões de retorno sobre o investimento inicial.

Dica 6 – Não desperdice dinheiro
Por mais que isso pareça meio óbvio, nem sempre as startups se dão conta de que estão desperdiçando dinheiro todo dia. Como? Gastando muito mais do que o necessário em ferramentas que poderiam ser adotadas em um segundo momento ou comprando coisas que não trarão os resultados esperados. Para evitar isso, o ideal é terceirizar o máximo de atividades possíveis, com o intuito de não ter de fazer um investimento inicial muito alto.
“Uma área na qual as startups costumam desperdiçar dinheiro é contratando muitos funcionários rapidamente”, explica Clark. A solução para isso é tentar trocar a contratação de profissionais pelo uso de trabalhadores temporários.

Dica 7 – Tenha múltiplos co-fundadores
Uma startup pode consumir muito tempo, mais do que isso, exige competências diversas e que, dificilmente, uma pessoa sozinha conseguirá suprir. Assim, o ideal é ter sócios com conhecimentos e vivências complementares.
Uma empresa de internet, por exemplo, deveria ter fundadores com conhecimentos técnicos, de design e de negócios. “Você até pode reunir todos esses requisitos, mas não terá tempo no dia para assumir todas as responsabilidades”, aconselha.

Dica 8 – É tudo ou nada
Por fim, Clark diz que quem quer ter uma startup de sucesso precisa estar ciente de que precisará investir muito tempo e esforço nela. Ele lembra que, ao contrário de empresas já consolidadas no mercado, em uma companhia iniciante não é possível que as coisas sejam resolvidas no dia seguinte. Ou seja, para ser fundador de uma startup é necessário estar preparado para, durante algum tempo, ficar 100% dedicado a ela, o que significa abrir mão da vida pessoal e da diversão.

Compras online

Como comprar com segurança na internet de maneira clara e objetiva

As ofertas na internet estão mais atraentesAs ofertas na internet estão mais atraentes
Verify, Trust, Certify, Seguro... Enfim, muitos internautas já devem ter reparado nestes tipos de marcas que são exibidas como troféus em muitos sites.  Especialistas da área podem explicar o que significa cada um destes certificados com detalhes técnicos que, na verdade, vão além da compreensão da maioria das pessoas. Porém, vou deixar os bits e bytes de lado e explicar como fazer suas compras na internet de maneira segura.

Antes de tudo, comprar com segurança é poder utilizar e aproveitar todos os recursos e conveniências da internet com a certeza de que os nossos dados não serão compartilhados, furtados ou usados sem a nossa autorização.  Por isso é tão comum – e sábio – ter certa resistência em digitar nossas informações pessoais por aí.

E essa preocupação ganha ainda mais força quando se trata de comprar online. O fato é que as ofertas na internet estão cada vez mais atraentes, pois muitas vezes oferecem preços mais vantajosos do que os das lojas físicas, mais variedades de marcas e modelos de qualquer lugar do mundo, além de oferecer a comodidade de não precisar sair de casa na hora da compra.

No entanto, o comércio eletrônico também oferece seus riscos. De acordo com os dados divulgados na sétima edição da F/Radar, entidade que faz levantamentos sobre internet no Brasil, 77% dos internautas brasileiros não fazem compras pela internet. E 23% deste grande grupo não compram, porque têm medo de que o cartão de crédito seja clonado ou usado indiscriminadamente.

De acordo com recente pesquisa realizada pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) foram registradas no país 91 mil notificações de incidentes de segurança na internet somente no primeiro trimestre de 2011. O número é três vezes maior que a quantidade de incidentes registrados no mesmo período de 2010.

Segundo pesquisa patrocinada pela Symantec no final do ano passado, 76% dos internautas adultos no Brasil já sofreram algum tipo de golpe na internet.

Esses dados provam que você não está sozinho quando se recusa ou pensa duas vezes antes de digitar o número do seu cartão de crédito nos sites de comércio eletrônico e que realmente há de se tomar cuidado na hora de fazer compras online. Afinal, será que essa experiência é realmente segura? O que fazer para comprar de forma clara e realmente segura na internet?

É possível responder essa questão de maneira bastante objetiva: os dados do seu cartão de crédito só estarão seguros se você não tiver de digitá-los todas as vezes que quiser fazer uma compra na internet. Simples assim.

Neste caso, pouco importa os certificados que o site exibe em suas páginas. Se ele o obriga a digitar seu número de cartão de crédito sempre que quiser comprar algo, isso significa que ele não possui a encriptação rigorosa que o autoriza a armazenar em sua base de dados esta importante informação.

E é por isso que você tem a missão de procurar seu cartão de crédito e informar todos aqueles números repetidamente na hora de pagar. O que faz suscitar a dúvida: se o site não pode armazenar esta informação, será que ele é capaz de garantir que a transmissão destes dados seja à prova de falhas?

Enquanto essas questões não estiverem claramente respondidas, elas dificultarão o desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil, pois a confidencialidade dos dados dos usuários está comprometida. Donos de sites continuarão perdendo vendas, porque o cliente tem receio de informar seus dados ou porque não tem o cartão de crédito ao seu alcance no momento em que se sentiu impulsionado a comprar.

Na hora de escolher sua forma de pagamento online, escolha aquela em que você não precise digitar inúmeras vezes seu cartão de crédito e que armazene suas informações em sua base, de maneira que o comerciante efetive a venda e receba o pagamento sem ter acesso aos dados financeiros do comprador.

Na próxima vez que pedirem para que você digite os números do seu cartão para concluir uma compra, lembre-se que o site em questão pode não oferecer o nível de segurança que você espera.

O iPhone e o e-commerce

 

Usuários de iPhone são os que mais compram pela Internet

http://saporra.com.br/images/iphone/iphone_brasil.png

Usuários de iPhone no Brasil são aqueles que mais realizam compras e também os usuários mais ativos e propensos à interação online.

Estudo realizado pela W/McCann e Mobi.com em parceria com o instituto Ipsos MediaAct foi divulgado semana passada e mostra o atual estágio do mercado de smartphones no país.
A pesquisa foi realizada em fevereiro deste ano e entrevistou cerca de mil homens e mulheres entre 14 e 59 anos, possuidores de celular. Entre as principais informações levantadas pela pesquisa, estão essas:
Usuários de iPhone no Brasil são aqueles que mais realizam compras e acessam a Internet; são também os usuários mais ativos e propensos à interação online. Dos proprietários de smartphone, 50,4% compraram seu último aparelho há pelo menos 6 meses. Um terço dos internautas possui smartphones, ou seja, hoje, são 19 milhões os usuários de smartphones no Brasil. O estudo indica que 40,5% da classe C pretende trocar de aparelho nos próximos 6 meses e que dos proprietários de celular convencional 44% pretendem trocar de aparelho nos próximos meses.
Internet móvel
40,8% dos entrevistados já acessam a Internet através do celular. Mais de 80% dos usuários de smartphone acessa a internet pelo seu dispositivo móvel.
Redes Sociais
33,9% dos pesquisados acessam redes sociais através do celular. Redes Sociais são as mais acessadas por celular.
Conteúdo Móvel
O usuário brasileiro sente falta de conteúdo apropriado. Mais de 50% gostariam que houvesse mais conteúdo para acessar por celular.
Jogos e Aplicativos
64% dos proprietários de smartphone baixam aplicativos.Os jogos são os mais baixados, mas são os que menos tempo permanecem instalados nos aparelhos.
Tablets e Expectativas para o futuro
Em poucos anos, os celulares mais baratos terão as funções que existem apenas nos mais caros hoje. De acordo com a pesquisa, os tablets, que agora começam a invadir o mercado global, influenciarão bastante o setor, já que muitos dos entrevistados também esperam comprar tablets em breve. . . .


 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Leia a revista online do Google


Leia a revista online do Google


Quatro meses depois de anunciar sua revista online, o Google tornou disponível a leitura da Think Quartely. Um post publicado nesta segunda-feira no blog da companhia abre o arquivo das 68 páginas de conteúdo feito em sua maioria por funcionários do Google.
 
Os textos falam essencialmente de inovação e avaliam o impacto de novas iniciativas no mercado, bem como o que vem por aí.  "A primeira edição tem como foco o amplo conceito de inovação e oferece algumas perspectivas sobre como é possível, ao mesmo tempo, liderar e mudar o rumo de uma indústria", afirmou Susan Wojcicki, vice-presidente sênior de publicidade.
 
A revista, cuja periodicidade é trimestral, também é impressa e enviada a 1.500 parceiros e anunciantes da empresa no Reino Unido. Porém, há um número limitado de cópias, que não estão à venda.

Twitter pode atingir valor de US$ 8 bilhões


Twitter: Valor de mercado de US$ 8 bi
Entre um tweet e outro, a rede de microblogs se torna cada vez mais sólida do ponto de vista comercial. O site All Things D informa que o Twitter deve assegurar um invesimento de R$ 1,2 bilhão nas próximas duas semanas, do qual US$ 400 milhões iriam diretamente para os cofres da rede social.
 
Se a negociação se consumar, a empresa passaria a valer US$ 8 bilhões. Dono de grande audiência, o site busca ganhar dinheiro agora. Desde abril de 2010 oferece espaço para publicidade e a estimativa é que os anunciantes gerem receita de US$ 150 milhões para este ano. O número pode soar forte, mas o valor é muito inferior ao do LinkedIN, por exemplo, que captalizou US$ 243 milhões no ano passado.
 

E-commerce

E-commerce: Site de ofertas de hospedagem recebe US$ 112 milhões

Shar

Criada para facilitar o aluguel de espaços a viajantes de todo o mundo, Airbnb reúne hoje ofertas de hospedagem em 168 países.

O site global de ofertas de hospedagem Airbnb anunciou nesta segunda-feira (25/7) ter finalizado a captação de mais 112 milhões de dólares em investimentos.
Segundo o comunicado, o dinheiro será investido na expansão da empresa, na contratação de executivos e no fortalecimento da comunidade Airbnb.
O Brasil é citado literalmente, no comunicado original em inglês, como um dos prováveis destinos de investimento: "À medida que a empresa se prepara para atender à demanda crescente em mercados internacionais como Alemanha, Reino Unido, França e Brasil, este investimento ajudará a colocar a Airbnb na posição de líder no amplo mercado de aluguel para férias em 2012".
A Airbnb define-se como marketplace online: nele, qualquer pessoa pode anunciar espaços para hospedagem de visitantes e turistas. Fundada em 2008, ela reúne hoje ofertas de 168 países, incluindo o Brasil. E, embora não tenha sede no País, o site tem versão em português e pode exibir preços em reais.
Um diferencial da Airbnb é o sistema de recomendações sociais. Tanto o visitante quanto quem aluga o espaço são convidados a deixar, no site, sua impressão sobre o serviço.
A nova rodada de investimentos foi liderada pela empresa Andreessen Horowitz. Na primeira rodada, em novembro de 2010, a Airbnb havia captado 7,8 milhões de dólares.

Mercado de mídia online


Mercado de mídia online ultrapassa os R$ 470 milhões em 2007?


Os dados mais recentes divulgados pela IAB Brasil, entidade afiliada à IAB mundial que regulamenta e promove "o uso dos meios interativos para ações de comunicação e marketing, através de ações como pesquisas e estudos que comprovem a eficiência da mídia interativa", são promissores.
A base de informação da IAB Brasil é o Projeto Intermeios que é uma iniciativa conjunta do jornal Meio & Mensagem e dos principais meios de comunicação no sentido de levantar, em números reais, o volume de investimento publicitário em mídia no Brasil.
O relatório do mês de agosto de 2007 do Projeto Intermeios aponta um crescimento de 41% nos investimentos em mídia na Internet, em relação ao mesmo período de 2006, alcançando R$309 milhões acumulados. Segundo estimativas da IAB, 2007 deverá fechar com R$470 milhões. Eu acho que ultrapassa R$500 milhões. Vamos às contas.
Em 2006, a Internet foi responsável por 2,07% do investimento bruto em mídia, que faturou R$17,41 bilhões, um crescimento de 9,27% em relação a 2006. Em 2007, se este bolo crescer menos, apenas 8%, chegará nos R$18,8 bilhões.
A Internet aumentou de 2,07% para 2,7% de participação dos investimentos brutos em mídia já no primeiro semestre deste ano, conforme divulgou no podcast do IDG Now! o novo diretor da IAB Brasil, Paulo Castro, também diretor do portal Terra, que assumiu o cargo na IAB na última semana.
Então, se mantermos os 2,7%, teremos aproximadamente 2,7% * R$ 18,8 bi = 508 milhões.
Os varejistas, um dos maiores anunciantes na web, acredito que serão os responsáveis por chegarmos nestes valores, principalmente pelas campanhas de final de ano, que já sentimos, aqui na Cadastra, que serão muito boas.
Investimentos Bruto em Mídia Agosto/2007 Fonte: Projeto Intermeios

Internet

Internet cresce em publicidade e vai ameaçar jornais

 
O mercado publicitário assistiu nesta terça-feira a evolução dos dados do mercado publicitário e da mídia online, incluindo valores referentes ao segmento de buscas.

Apresentada pelo IAB Brasil, a projeção é otimista: a internet deve fechar o ano com participação de 10% no bolo publicitário, isto é, investimento de R$ 3,04 bilhões.
 
Os dados são resultado de uma estimativa realizada entre os associados. A se consumar a previsão, a internet se aproxima dos jornais impressos, donos de fatia na casa dos 12%. 
 
De acordo com Fabio Coelho, presidente do IAB Brasil, faltava à entidade apresentar um panorama mais completo do mercado digital brasileiro, incluindo segmentos que ainda não são tabulados pelos institutos de pesquisa. 
 
“Para que os anunciantes e governo entendam a importância do investimento em mídia online precisamos apresentar dados mais condizentes com a realidade do segmento, caso contrário, continuaremos com pouca representatividade no bolo publicitário”, completa.
 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Cinco mitos associados ao sucesso online

Diante do crescimento do número de internautas e de compras realizadas online, pergunte a si mesmo: o seu negócio realmente pode dar-se ao luxo de não ter um website?

Com o aumento do número de pessoas que usam a Internet para pesquisar e comprar produtos e serviços no Brasil, ter uma presença online faz diferença para os negócios. Um website comercial permite que os clientes obtenham informações sobre seu negócio, entrem em contato e se comuniquem com você e até mesmo comprem diretamente seus produtos e serviços.
Dedicar tempo e esforço à criação de uma presença na web para sua organização, portanto, é um investimento compensador, que pode ajudar a aumentar sua visibilidade, seus negócios e a satisfação dos seus clientes. Caso contrário, corre-se o risco de ser ultrapassado pela concorrência que, não raro, pode ser composta por empreendedores jovens, abertos a novas ideias e dispostos a abraçar e utilizar a tecnologia em proveito próprio.
Se a sua empresa ainda não implementou uma presença online,
esse fato se deve a razões como custos elevados ou conhecimento insuficiente de tecnologia? Ou você acha que sua organização não se beneficiará de uma presença na web? Tais mitos podem estar impedindo-o de maximizar o potencial do seu negócio. Este artigo irá ajudá-lo a derrubar esses mitos e dar os passos necessários para abrir seu negócio para o mundo da Internet e, com isso, fazê-lo crescer.
Conheça a verdade por trás destes mitos comuns.
1. Não sei como poderia usar o meu website
Um bom site comercial pode favorecê-lo de muitas formas. Para começar, pode, por exemplo, ajudá-lo a apresentar uma imagem mais profissional e sólida do seu negócio. O website é uma ótima maneira de manter contato com os clientes, divulgar informações sobre seus produtos e soluções e vender produtos online. Pode ser seu primeiro ponto de contato com clientes atuais e potenciais, investidores e até mesmo as pessoas que você deseja contratar. Pense no seu site como um cartão de visita em ação 24 horas por dia, sete dias por semana, associado à presença de sua marca em redes sociais.
2. Minha organização é pequena demais para ter um website
Uma pequena empresa que se equilibra entre “tentar alcançar um número suficiente de pessoas para fazer o negócio crescer” e “dar conta do trabalho atual” é uma boa candidata a ter um website.
Vamos imaginar que um designer seja proprietário de uma loja de móveis com uma bela seleção de armários, mesas, gabinetes, sofás e produtos do gênero. Como a loja não está localizada no coração da cidade e o proprietário está ocupado criando projetos e recebendo as mercadorias confeccionadas para seus clientes atuais, ele não sabe o que fazer para prospectar sua próxima leva de clientes.
Por coincidência, está acontecendo uma exposição na cidade e o designer desembolsa uma grande soma de dinheiro por um estande para exibir seus produtos. Muitas pessoas conhecem e gostam dos seus projetos, mas não estão preparadas para tomar uma decisão de compra imediatamente.
Se o proprietário da loja de móveis tivesse um website onde seus trabalhos fossem exibidos regularmente, ele poderia passar o endereço do site a pessoas interessadas e transformá-las em clientes através desses contatos.
O dono da loja de móveis também poderia usar seu website para manter contato com os clientes já existentes, informando-os sobre seus novos projetos. Além de receber e responder dúvidas de clientes a respeito de atualizações.
3. Não tenho conhecimento profundo de tecnologia
Você não precisa conhecer tecnologia a fundo para que sua organização tenha um website.
Veja os princípios básicos que você precisa saber.
Um site, em sua forma mais simples, pode ser um folder da sua empresa na Internet. As páginas deste folheto digital são chamadas de páginas web.
Depois que você decide qual conteúdo deseja colocar nas páginas web e o que você quer que o seu website faça pelo seu negócio, um webdesigner pode ajudá-lo a criar o site.
Há também algumas ferramentas online para desenvolvimento de websites que são fáceis de usar. Com essas ferramentas, você pode criar um site simples em um curto espaço de tempo.
Depois disso, é hora de colocar o website para funcionar na Internet. Nesta etapa, você trabalha com uma empresa de hospedagem. Além de tornar o site disponível na Internet, a empresa de hospedagem ajudará você a adquirir e registrar um endereço na web (nome de domínio) para seu website. Este endereço na web torna o site acessível em praticamente qualquer lugar do mundo. A escolha certa do nome de domínio aumenta sua visibilidade na Internet.
4. Não tenho verba para pagar por um website
É importante ter em mente que o custo inicial de montagem de um site é um investimento. Entretanto, qualquer negócio adicional gerado pelo site deverá ser suficiente para pagar os custos contínuos de manutenção.

Existem custos básicos que você, como proprietário de um negócio, precisará levar em conta para ter e manter um website.
Para registrar um nome de domínio você pode visitar o website de um distribuidor autorizado, como os muitos parceiros da VeriSign. O período mínimo de registro de um nome de domínio é de um ano.
Há muitos tipos de planos de hospedagem disponíveis. Você pode visitar o site de um distribuidor autorizado para obter detalhes e custos de um plano de hospedagem.
O custo de projetar e desenvolver o website dependerá das suas necessidades. Existem ferramentas online fáceis de usar para construção de sites. Com essas ferramentas, você pode criar um website simples em um curto espaço de tempo.
Para projetos maiores e mais complexos, no entanto, há a opção de contratar um especialista. Desde um projeto muito básico, como um website com conteúdo informativo e algumas fotos, a um portal com muitas funcionalidades, como busca e pagamento online, há opções em todas as faixas de preço.
5. Já tenho bastante trabalho no momento
Os websites não visam apenas a conquista de novos negócios. Na verdade, também ajudam a construir e manter boas relações com os clientes – um elemento fundamental para o sucesso do negócio a longo prazo. Uma das vantagens mais convenientes e benéficas de ter um site é que ele está disponível mesmo fora do horário comercial ou quando não há ninguém para atender o telefone. Pode-se evitar a perda de clientes no final do expediente ou no feriado. Agora você pode direcioná-los ao site para obter informações. Potenciais clientes podem visitar o site 24 horas por dia, sete dias por semana, para descobrir informações como o horário do expediente, mapas e direções, nomes e números de contato. Também podem fazer compras quando for mais adequado para eles. Se você realiza vendas online, os clientes podem fazer pedidos até mesmo enquanto você está dormindo! Seu site trabalhará por você além do seu horário comercial.
Atualmente, ter um website pode ser uma vantagem importante. Ele oferece conveniência, dá credibilidade e é uma das formas mais acessíveis de publicidade – trabalhando em seu benefício 24 horas por dia, sete dias por semana.
Um site é um meio de se comunicar com milhões de usuários de Internet que navegam na web e podem estar interessados em sua empresa e produto. Em comparação a outras formas de publicidade que podem ter custos elevados, um website torna você visível para seus clientes e parceiros de maneira simples e econômica. Diante do crescimento do número de internautas e de compras realizadas online, pergunte a si mesmo: o seu negócio realmente pode dar-se ao luxo de não ter um website?