Lenovo tem aumento de mais de 300% no lucro do trimestreFabricante atribui bons resultados, principalmente, ao aumento da demanda por computadores no mercado corporativo | |||||||||
| 26 de Maio de 2011 | 11:20h | |||||||||
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Centro de arbitragem online vai resolver conflitos de
Além da resolução de conflitos, o CIMACE vai também prestar esclarecimentos
Um novo centro de arbitragem online vai resolver litígios resultantes de trocas comerciais via Internet. A DECO prevê que esteja disponível ao público dentro de um mês.
Os conflitos entre consumidores e empresas de comércio eletrônico vão passar a ser resolvidos através do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem do Comércio Eletrônico (CIMACE).
O CIMACE tem como finalidade a resolução de litígios emergentes das relações de comércio por via eletrônica que ocorram entre fornecedores e consumidores, conforme explica ao JPN Filipe Fontoura, adjunto do secretário-geral da DECO.
O centro de arbitragem terá, igualmente, a função de prestar esclarecimentos quando solicitados pelas pessoas. Com este serviço, as pessoas estarão mais informadas "sobre os direitos que lhes assistem numa compra" pela Internet e "sobre a segurança do pagamento online", adianta Filipe Fontoura. Com este sistema, pretende-se evitar quer cheguem mais ações aos tribunais judiciais, uma vez que permite aos consumidores "o acesso à justiça" em primeira mão.
Esta ferramenta destina-se, sobretudo, a casos em que estejam em causa pequenos montantes e em que as pessoas raramente recorrem aos tribunais. Através deste sistema, "os consumidores que se sintam lesados têm uma forma de recorrer a um processo com força judicial para fazer valer os seus direitos". Filipe Fontoura acrescenta, ainda, que estes processos são "mais céleres e com um custo muito mais baixo".
Este centro de arbitragem é o primeiro completamente virtual e o único preparado para ser utilizado por pessoas com incapacidade visual. O CIMACE vai funcionar tendo por base as novas tecnologias de informação, pelo que basta dispor de um computador com ligação à Internet e de uma webcam para começar a resolver o seu conflito.
Ao JPN, o adjunto do secretário-geral da DECO adianta que o CIMACE vai ter um conjunto de técnicos especialistas contratados para o efeito e prevê que esteja a funcionar dentro de um mês.
O CIMACE, apresentado esta terça-feira, resulta de um protocolo entre o Ministério da Justiça, através do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios; a Associação Portuguesa Para a Defesa do Consumidor (DECO); a Associação de Comércio Eletrônico e Publicidade Interativa (ACEPI) e a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
Brasil é o sexto maior em TI, diz IDCMercado interno movimentou R$ 131 bilhões no ano passado, cerca de 4% do PIB do País, segundo a empresa de consultoria
Agência Brasil | 20/05/2011
O Brasil é, atualmente, o sexto maior mercado de tecnologia da informação (TI) do mundo, com um mercado interno que movimentou, no ano passado, US$ 81 bilhões (R$ 131 bilhões), de acordo com a empresa de consultoria International Data Corporation (IDC), líder nos segmentos de tecnologia da informação e telecomunicações. O resultado equivale a cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de tudo o que é produzido no País.
As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões (R$ 4 bilhões). Mas, para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos. Gil participou na última quinta-feira do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro.
“O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020”.
Na avaliação de Gil, novas oportunidades serão abertas nesse cenário para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, principalmente, devido a fatores como o crescimento do grupo de países denominado Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a mudança demográfica e as novas tecnologias.
Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos 725 mil profissionais até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma “mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto”.
Para 2020, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões.
Cielo adquire Braspag e fortalece atuação em e-commerce
A companhia ampliará o portfólio de produtos que reunirá novas soluções de pagamento como boletos e débito direto e serviços de valor agregado.
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A Cielo adquire 100% do capital da Braspag, empresa de processamento de pagamentos para e-commerce no Brasil. A transação reforça a atuação da Cielo em pagamentos online no País com presença significativa em mais um elo da cadeia de valor no mercado de e-commerce, segundo a empresa.
De acordo com a Cielo, a companhia ampliará o portfólio de produtos, que reunirá outras soluções de pagamento como boletos e débito direto e serviços de valor agregado como conciliação financeira e inteligência antifraude, fortalecendo o relacionamento com clientes.
Ambas as empresas continuarão comprometidas com o atendimento das necessidades de seus clientes, conservando o modelo de relacionamento atual. A Braspag continuará prestando serviços a empresas que optarem pela utilização de outros adquirentes. A Cielo, por sua vez, continuará a atuar em parceria com as demais empresas de gateways do mercado, para atender a demanda de clientes que optarem por outra solução.
A Braspag desenvole soluções para pagamento online. A plataforma da empresa faz a integração entre a loja virtual, instituições financeiras e adquirentes, sendo responsável por capturar, rotear e gerenciar as transações de pagamento com cartões de crédito, boletos bancários e débito direto. Também consolida o processo de contas a receber das principais lojas virtuais do Brasil, oferecendo serviços do segmento de processamento de transações online.
Publicidade na web é a mais influente nas compras
Segundo pesquisa da ESPM, em parceria com o Ibope, mais de 45% dos brasileiros consomem depois de ver propagandas online
Uma pesquisa realizada pelo Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM (CAEPM), em parceria com o Ibope Inteligência, constatou que a internet é hoje a ferramenta que mais influencia os consumidores na hora de decidir pela compra de um produto. No levantamento, apresentado ao iG, foram ouvidas 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País e mostrou que 46% dos entrevistados adquirem algo após olharem publicidade veiculadas na internet. As recomendações de familiares e amigos, com 26%, ficaram em segundo lugar no ranking de influência. A TV ficou em terceiro, com 21%, e os anúncios veiculados em jornais e revistas ficaram com os 7% restantes.
Mais de 45% dos consumidores são influenciados por anúncios na internet
Na ocasião, os entrevistados responderam a um questionário relatando o que eles adquiriram nos últimos meses e como tomaram conhecimento do produto. Mais de dez itens compuseram a lista da pesquisa, entre eles computadores, celulares, pacotes de viagens, automóveis, geladeiras e artigos esportivos. Todos tiveram a internet como principal meio de influência.
O estudo também mostrou que quanto mais jovem o consumidor, maior o poder da internet na sua decisão de compra. O grupo formado por pessoas entre 25 e 29 anos foi o que mais se mostrou influenciado pelas propagandas online. Cerca de 5
0% disseram que adquiriram um produto depois de ver anúncios na internet. “Essa é uma tendência e vai se tornar cada vez mais evidente. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.
Segundo ele, o poder da publicidade online sobre os consumidores é enorme e pode ser explicado pela interatividade e dinamismo que o ambiente virtual propicia às pessoas. “Na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio ”, diz. “Além da interatividade, o Brasil atualmente tem cerca de 45 milhões de pessoas que utilizam a internet regularmente. Muitas vezes, elas passam mais tempo na frente do computador do que da TV”.
Coutinho, no entanto, não desmerece a TV e os outros meios para a veiculação de campanhas publicitárias. Em 2009, mais de 60% dos investimentos do setor foram destinados para as TVs - para a internet, foram 4,3%. “Não acredito que a internet acabará com as propagandas em TVs, jornais e revista, mas ela se tornará cada vez mais atuante nesse segmento”, afirmou.
A pesquisa, batizada de “Marcas online – os processos de formação sob produtos e serviços na internet”, faz parte de um estudo sobre tendências de consumo e será apresentada no início do próximo mês pela ESPM.
Consumo
Anúncio na internet tem mais influência que TV*
Fontes: ESPM e Ibope






