Google anuncia sua nova rede social, a Google+O Google Plus vai permitir que usuários criem grupos de amigos, compartilhem conteúdos e façam videoconferências | ||||||
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Com uma função, chamada de "Círculos", o Google Plus vai permitir que internautas criem grupos de amigos para compartilhar novidades, assim como já acontece com o Grupos do Facebook. Segundo a empresa, com o recurso chamado "Hangout", os usuários poderão realizar encontros online com seus círculos de amigos por meio da videoconferência. Além disso, a funcionalidade apelidada de "Sparks" dará ao internauta a possibilidade de compartilhar conteúdos como músicas, fotos e vídeos, a partir de um feed de conteúdos de assuntos pré-selecionados pelo próprio usuário. Basta adicionar assuntos de seu interesse e compartilhar o que quiser com seus grupos. A princípio, o serviço estará disponível apenas para convidados, mas, em breve, deve ser liberado para o público geral. No entanto, o aplicativo para Android do Google Plus já pode ser baixado e deve chegar também para iOS nos próximos dias. Ainda de acordo com a empresa, o Orkut continua firme e forte, e as 2 redes sociais devem conviver em paralelo. |
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Google + Nova rede social,
Merchandising
Merchandising
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto-de-venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.
Origem do termo
Originada do termo francês merchand, a palavra inglesa merchandiser significa "negociante". Por sua vez, a tradução de merchandising seria "mercadização", nome que em português não corresponde exatamente ao significado da atividade como ja é conhecida. Merchandising seria então uma derivação da palavra merchandise, que podemos traduzir como "operação com mercadorias".
História
O merchandising como hoje é conhecido surgiu como parte do próprio conceito de marketing, e intensificou-se com o surgimento do auto-serviço nos Estados Unidos, na década de 1930. Naquela época, as antigas lojinhas com balcão começaram a perceber o sucesso que as vitrines faziam. E, ao notarem que as mercadorias expostas eram muito mais compradas do que as não expostas, começaram a transformar todo o interior das lojas em verdadeiras vitrines, nas quais se podia ver e escolher todas as mercadorias. Daí, aos poucos, foram-se transformando em lojas de auto-serviço, onde o consumidor mesmo escolhe os produtos.
Muitos anos se passaram até que os primeiros supermercados começassem a aparecer. O merchandising era então feito para dar destaque a todas as mercadorias, e isso começava a partir do layout da loja, seus corredores e prateleiras, até a disposição dos produtos e sua promoção.
Hoje o merchandising é algo muito mais completo, que procura acompanhar todo o ciclo de vida de um produto, desde a adequação de sua imagem para os pontos-de-venda até o acompanhamento de sua performance diante de seus consumidores. Hoje o merchandising no ponto-de-venda é considerado a “mídia” mais rápida e eficaz, pois é a única em que a mensagem conta com os “três elementos chaves” para concretização de uma venda: O consumidor, o produto, e o dinheiro.
Merchandising editorial - Tie In
No Brasil o termo Merchandising é comumente usado de maneira incorreta, quando deveria ser usada a denominação Merchandising Editorial, ou Tie In. Este se refere à prática de inclusão sutil de produtos, serviços, marcas e empresas em obras de entretenimento, principalmente audiovisuais, como novelas, filmes, games etc. Quando falamos em propaganda na TV falamos de todo comercial que aparece nos intervalos, entre um programa e outro. Quando falamos em merchandising editorial, cujo nome usado em outros países é Tie-in, falamos das aparições sutis de um refrigerante no bar da novela, da sandália que a mocinha da história usa explicitamente, etc. Resumindo, é uma ação integrada ao desenvolvimento do esquema editorial, por encomenda. Possui custos mais elevados que os da propaganda em si,- pois é "digerida" pelo publico com muito mais facilidade do que os comercias comuns nos intervalos. Apesar do nome, essas ações não têm nenhuma relação com o verdadeiro merchandising
História do merchandising editorial
A primeira experiência de merchandising editorial na TV brasileira foi em 1969, na TV Tupi, na telenovela Beto Rockfeller, onde um personagem, amanhecia das noites de farra com ressaca, e tomava um antiácido efervescente Alka Seltzer da Bayer. Mas os primeiros grandes casos de merchandising têm registro com a novela Dancin' Days, em 1978, onde a atriz Sônia Braga, que fazia papel de Júlia, usava calças jeans Staroup. A década de 1980, se consolidou na efetiva ferramenta do merchandising, ampliando o faturamento das emissoras.
Definição e importância do merchandising
Merchandising é o conjunto dos estudos e das técnicas de aplicação utilizados, separada ou conjuntamente, pelos distribuidores e pelos produtores com vista a aumentar a rentabilidade do local de venda e o escoamento de produtos, através de uma adaptação permanente dos aprovisionamentos às necessidades do mercado e da apresentação apropriada das mercadorias.
Existem dois tipos de merchandising:
- De sedução: Pretende criar um ambiente e exposição apelativo, favorecendo a compra
- De organização/gestão: Centra-se na rentabilidade do espaço do local de venda
O merchandising do distribuidor e do produtor
O merchandising assume uma importância determinante sobre a venda dos produtos e a sua rentabilidade, logo, tanto os produtores como os distribuidores encontram-se inevitavelmente ligados ao mesmo.
Os objetivos do produtor são:
- Maximizar o volume das vendas dos seus produtos em detrimento dos produtos concorrentes
- Valorizar a imagem de marca
- Desenvolver relações de parceria com a distribuição
Os objetivos do distribuidor são vastos:
- Venda do conjunto de produtos do local de venda
- Maximizar a rentabilidade dos seus investimentos (assegurar através do merchandising a venda de produtos com uma forte margem bruta ou produtos que tenham uma rotação rápida de stocks, de forma a reduzir custos financeiros)
- Oferecer o máximo de satisfação aos clientes (vê o merchandising como meio de facilitar a escolha)
A nível de merchandising, é o distribuidor o único a dispor do poder de decisão. Os seus fornecedores têm um papel determinante na concepção dos produtos (especialmente nas embalagens -dimensões., cores, formatos), conselho e incitamento exercidos através dos seus vendedores, nomeadamente dos denominados promotioners-merchandisers. O principal papel dos vendedores dos produtores, a nível de merchandising, consiste em tentar obter a maior superfície de venda possível para os seus produtos. editado por giselle markievicz miranda
Rede social para pequenos negócios
Empresário cria rede social para pequenos negócios
Ferramenta disponibiliza 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais
Da Agência Sebrae de Notícias Uma ferramenta criada na internet poderá interligar os 5 milhões de pequenos negócios brasileiros com centenas de milhões de empresas em todo o mundo. O 'Yes, I Can Do B2B' é uma rede social que propõe a interação de empresas que desejam fazer negócios. “Ela pode conectar um chinês a um brasileiro e fazê-los fecharem negócios", diz Pierre Grossmann, 71 anos, criador do site.
Com cadastro gratuito e com uma plataforma amigável ao usuário da pequena empresa, a Yes Can Do B2B disponibiliza um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais. “O segredo da ferramenta é a taxonomia. As palavras são colocadas em português e traduzidas imediatamente para o inglês técnico. A partir daí, você pode encontrar produtos em empresas localizadas no mundo todo”.
Na ferramenta on line desenvolvida por Grossmann há empresas, indústrias e prestadoras de serviços, que vão desde os setores financeiro e de commodities até os de mineração, telecomunicações e aeronáutica. De olho na Copa do Mundo de 2014, o empresário diz que até mesmo um motorista de táxi interessado em divulgar os seus serviços pode se cadastrar. “Se na Austrália uma empresa precisar de táxis para uma viagem de negócios ao Brasil, poderá entrar em contato com ele”.
Grossmann contraria as teorias de que pessoas mais velhas conhecem pouco as ferramentas digitais. Estudioso da tecnologia, ele diz ter sido uma das primeiras pessoas no Brasil a ter acesso à rede. ”No início da década de 80, somente as universidades tinham acesso à internet e eu trouxe para o Brasil o Dialog, um aglutinador de banco de dados. Em parceria com a Unicamp, eu usava a internet”.
Em 2006, o empresário criou o Webfinder, um site que permitia a empresas encontrar o termo exato para descrever seus produtos. Além de procurar produtos e empresas, o Yes I Can Do B2B permite que a empresa cadastre seu catálogo de produtos. Por este serviço, o site cobra US$ 200 por ano. “Não dá nem US$ 1 por dia para que o produto possa ser visto por centenas de outras empresas”, argumenta
Com cadastro gratuito e com uma plataforma amigável ao usuário da pequena empresa, a Yes Can Do B2B disponibiliza um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais. “O segredo da ferramenta é a taxonomia. As palavras são colocadas em português e traduzidas imediatamente para o inglês técnico. A partir daí, você pode encontrar produtos em empresas localizadas no mundo todo”.
Na ferramenta on line desenvolvida por Grossmann há empresas, indústrias e prestadoras de serviços, que vão desde os setores financeiro e de commodities até os de mineração, telecomunicações e aeronáutica. De olho na Copa do Mundo de 2014, o empresário diz que até mesmo um motorista de táxi interessado em divulgar os seus serviços pode se cadastrar. “Se na Austrália uma empresa precisar de táxis para uma viagem de negócios ao Brasil, poderá entrar em contato com ele”.
Grossmann contraria as teorias de que pessoas mais velhas conhecem pouco as ferramentas digitais. Estudioso da tecnologia, ele diz ter sido uma das primeiras pessoas no Brasil a ter acesso à rede. ”No início da década de 80, somente as universidades tinham acesso à internet e eu trouxe para o Brasil o Dialog, um aglutinador de banco de dados. Em parceria com a Unicamp, eu usava a internet”.
Em 2006, o empresário criou o Webfinder, um site que permitia a empresas encontrar o termo exato para descrever seus produtos. Além de procurar produtos e empresas, o Yes I Can Do B2B permite que a empresa cadastre seu catálogo de produtos. Por este serviço, o site cobra US$ 200 por ano. “Não dá nem US$ 1 por dia para que o produto possa ser visto por centenas de outras empresas”, argumenta
terça-feira, 28 de junho de 2011
Google pretende comprar empresas de publicidade
Estratégia evitaria perder anunciantes para o Facebook, no qual 75% dos usuários querem recomendações de compras
Sede do Google: empresa monopoliza dois terços das buscas na internet
Cannes - Para aumentar sua presença no crescente mercado de publicidade online a Google anunciou essa semana na França que comprará mais empresas que se especializam em recursos gráficos como banners e vídeos.
A maior parte da receita do Google, que totalizou cerca de US$ 29 bilhões em 2010, vem de pequenos anúncios que aparecem ao lado dos resultados de suas buscas.
Mas alguns analistas sugeriram que o Google precisa diversificar seu negócio com produtos como ferramentas de redes sociais para prevenir que os anunciantes migrem para o Facebook.
De acordo com um relatório divulgado esta semana pela empresa de pesquisas eMarketer, o Facebook irá tomar a posição do Yahoo como a empresa com maior fatia da renda proveniente de publicidade online com recursos gráficos.
Em seminário esta semana no Festival Internacional de Criatividade de Cannes, a vp de marketing do Facebook garantiu que a rede já chegou à marca das 500 mil pessoas, com cerca de 50 milhões de “page likes” (curtir) por dia. Hoje 1 entre 4 alemães (25% da população da Alemanha) está na rede, que tem 15 milhões de adeptos na Espanha.
Segundo Carolyn, 83% das pessoas que fazem compras estão interessadas em compartilhar informações. Ao mesmo tempo, segundo pesquisas, 75% das pessoas querem receber recomendações quando estão comprando. Aí entra o poder do Facebook e seu interminável e poderoso boca-a-boca virtual.
Toddynho cai nas redes sociais
Toddynho vai às redes sociais falar com os pais
A marca de achocolatados Toddynho ganhou perfis no Facebook, Twitter, YouTube e Orkut e, de agora em diante, trará informações para os pais. A entrada da bebida nos canais virtuais tem como objetivo aproximá-la dos consumidores e reforçar o conceito de ser o “Companheiro de Aventuras do seu filho”.
No Facebook e no Orkut, por exemplo, a meta é estabelecer um canal de diálogo fomentado por informações, principalmente para o público feminino materno, sobre temas como nutrição e imaginação. Dicas e sugestões de atividades para serem feitas com os filhos também estarão inclusas nas atualizações e postagens que Toddynho terá nas redes sociais.
No YouTube a ideia é manter um canal de apoio para todas as ações que envolverem vídeos e também para abrigar todas as campanhas publicitárias em um espaço proprietário da marca. Já no Twitter, o objetivo é alavancar os acessos aos demais canais de contato e garantir uma rápida e atualizada forma de interação sobre os temas abordados.
No Facebook e no Orkut, por exemplo, a meta é estabelecer um canal de diálogo fomentado por informações, principalmente para o público feminino materno, sobre temas como nutrição e imaginação. Dicas e sugestões de atividades para serem feitas com os filhos também estarão inclusas nas atualizações e postagens que Toddynho terá nas redes sociais.
No YouTube a ideia é manter um canal de apoio para todas as ações que envolverem vídeos e também para abrigar todas as campanhas publicitárias em um espaço proprietário da marca. Já no Twitter, o objetivo é alavancar os acessos aos demais canais de contato e garantir uma rápida e atualizada forma de interação sobre os temas abordados.
Evento estimula formalização de pequenos negócios
Desde que foi aprovada em Londrina, em 2009, a Lei do Microempreendedor individual já levou à formalização mais de 3 mil profissionais. Na semana que vem, esse número pode se tornar ainda mais expressivo. Entre os dias 27 a 30 de junho a cidade receberá a terceira edição da Semana do Empreendedor Individual, evento realizado em parceria com diversas entidades na busca da legalização dos autônomos pelo Programa do Empreendedor Individual. O evento será na prefeitura, das 12 às 18 horas.
A Terceira Semana da Formalização é uma realização conjunta do Sebrae/PR, Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCTPR), Sindicato das empresas de assessoramento, perícias, informações, pesquisas e de serviços contábeis de Londrina (Sescap-LDR), Sindicato dos Contabilistas de Londrina (Sincolon) e da Prefeitura Municipal de Londrina.
A Lei do Microempreendedor individual foi uma vitória no sentido de dar oportunidade aos autônomos que até então atuavam na ilegalidade. Diversas entidades da cidade se articularam para aprovar em Londrina a lei municipal do MEI. Lei que traz benefícios. Uma vez cadastrado como MEI, o profissional passa a usufruir de vantagens da Previdência Social como aposentadoria, salário-maternidade e auxílio-doença. Todos esses benefícios são oferecidos pela figura jurídica do Empreendedor Individual (EI), criada pelo Governo Federal para incentivar a formalização de trabalhadores autônomos.
No evento, o Sebrae/PR disponibilizará para o público um estande no saguão da Prefeitura para tirar dúvidas sobre o empreendedor individual. Os consultores também irão prestar atendimento ao público na entrada do prédio para fazer uma triagem e encaminhar os interessados em aderir ao Programa.
Para se cadastrar como empreendedor individual, o cidadão que trabalha por conta própria, no comércio, na indústria e na prestação de serviços, deve ter rendimento bruto anual de R$36 mil. A inscrição é gratuita e deve ser realizada por meio do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).
O Programa do Empreendedor Individual foi criado em julho de 2009 e até agora já promoveu a legalização de mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil. No Paraná mais de 64 mil profissionais já se formalizaram e em Londrina 3.091 trabalhadores já aderiram ao Programa. A meta do Governo Federal é chegar à marca de um milhão e 500 mil empreendedores até o final de 2011.
Benefícios
O empreendedor individual conta com o registro do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que possibilita abertura de conta em banco e acesso ao crédito com juros mais baixos em relação à pessoa física. Essa categoria pode participar de licitações (compras governamentais) e emitir nota fiscal de venda para outra empresa ou setor público.
O Empreendedor Individual é enquadrado no Simples Nacional e está isento dos tributos federais (PIS, Cofins, IPI e CSLL). A inscrição no programa é gratuita e, depois de formalizado, a despesa mensal do empresário é apenas o pagamento de uma alíquota que corresponde a 5% do salário mínimo.
Para Liciana Pedroso, consultora do Sebrae/PR, o custo da formalização é muito pequeno diante das vantagens que ela oferece. “Os trabalhadores, que antes viviam à margem, agora são incluídos no sistema previdenciário. Outra vantagem é que com o CNPJ podem melhorar seu negócio e contratar funcionários, gerando emprego e renda para o município”, diz.
Mais informações sobre o empreendedor individual podem ser obtidas no telefone 0800 570 0800.
A Terceira Semana da Formalização é uma realização conjunta do Sebrae/PR, Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCTPR), Sindicato das empresas de assessoramento, perícias, informações, pesquisas e de serviços contábeis de Londrina (Sescap-LDR), Sindicato dos Contabilistas de Londrina (Sincolon) e da Prefeitura Municipal de Londrina.
A Lei do Microempreendedor individual foi uma vitória no sentido de dar oportunidade aos autônomos que até então atuavam na ilegalidade. Diversas entidades da cidade se articularam para aprovar em Londrina a lei municipal do MEI. Lei que traz benefícios. Uma vez cadastrado como MEI, o profissional passa a usufruir de vantagens da Previdência Social como aposentadoria, salário-maternidade e auxílio-doença. Todos esses benefícios são oferecidos pela figura jurídica do Empreendedor Individual (EI), criada pelo Governo Federal para incentivar a formalização de trabalhadores autônomos.
No evento, o Sebrae/PR disponibilizará para o público um estande no saguão da Prefeitura para tirar dúvidas sobre o empreendedor individual. Os consultores também irão prestar atendimento ao público na entrada do prédio para fazer uma triagem e encaminhar os interessados em aderir ao Programa.
Para se cadastrar como empreendedor individual, o cidadão que trabalha por conta própria, no comércio, na indústria e na prestação de serviços, deve ter rendimento bruto anual de R$36 mil. A inscrição é gratuita e deve ser realizada por meio do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).
O Programa do Empreendedor Individual foi criado em julho de 2009 e até agora já promoveu a legalização de mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil. No Paraná mais de 64 mil profissionais já se formalizaram e em Londrina 3.091 trabalhadores já aderiram ao Programa. A meta do Governo Federal é chegar à marca de um milhão e 500 mil empreendedores até o final de 2011.
Benefícios
O empreendedor individual conta com o registro do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que possibilita abertura de conta em banco e acesso ao crédito com juros mais baixos em relação à pessoa física. Essa categoria pode participar de licitações (compras governamentais) e emitir nota fiscal de venda para outra empresa ou setor público.
O Empreendedor Individual é enquadrado no Simples Nacional e está isento dos tributos federais (PIS, Cofins, IPI e CSLL). A inscrição no programa é gratuita e, depois de formalizado, a despesa mensal do empresário é apenas o pagamento de uma alíquota que corresponde a 5% do salário mínimo.
Para Liciana Pedroso, consultora do Sebrae/PR, o custo da formalização é muito pequeno diante das vantagens que ela oferece. “Os trabalhadores, que antes viviam à margem, agora são incluídos no sistema previdenciário. Outra vantagem é que com o CNPJ podem melhorar seu negócio e contratar funcionários, gerando emprego e renda para o município”, diz.
Mais informações sobre o empreendedor individual podem ser obtidas no telefone 0800 570 0800.
Rede social para pequenos negócios
Empresário cria rede social para pequenos negócios
Ferramenta disponibiliza 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais
Da Agência Sebrae de Notícias Uma ferramenta criada na internet poderá interligar os 5 milhões de pequenos negócios brasileiros com centenas de milhões de empresas em todo o mundo. O 'Yes, I Can Do B2B' é uma rede social que propõe a interação de empresas que desejam fazer negócios. “Ela pode conectar um chinês a um brasileiro e fazê-los fecharem negócios", diz Pierre Grossmann, 71 anos, criador do site.
Com cadastro gratuito e com uma plataforma amigável ao usuário da pequena empresa, a Yes Can Do B2B disponibiliza um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais. “O segredo da ferramenta é a taxonomia. As palavras são colocadas em português e traduzidas imediatamente para o inglês técnico. A partir daí, você pode encontrar produtos em empresas localizadas no mundo todo”.
Na ferramenta on line desenvolvida por Grossmann há empresas, indústrias e prestadoras de serviços, que vão desde os setores financeiro e de commodities até os de mineração, telecomunicações e aeronáutica. De olho na Copa do Mundo de 2014, o empresário diz que até mesmo um motorista de táxi interessado em divulgar os seus serviços pode se cadastrar. “Se na Austrália uma empresa precisar de táxis para uma viagem de negócios ao Brasil, poderá entrar em contato com ele”.
Grossmann contraria as teorias de que pessoas mais velhas conhecem pouco as ferramentas digitais. Estudioso da tecnologia, ele diz ter sido uma das primeiras pessoas no Brasil a ter acesso à rede. ”No início da década de 80, somente as universidades tinham acesso à internet e eu trouxe para o Brasil o Dialog, um aglutinador de banco de dados. Em parceria com a Unicamp, eu usava a internet”.
Em 2006, o empresário criou o Webfinder, um site que permitia a empresas encontrar o termo exato para descrever seus produtos. Além de procurar produtos e empresas, o Yes I Can Do B2B permite que a empresa cadastre seu catálogo de produtos. Por este serviço, o site cobra US$ 200 por ano. “Não dá nem US$ 1 por dia para que o produto possa ser visto por centenas de outras empresas”, argumenta
Com cadastro gratuito e com uma plataforma amigável ao usuário da pequena empresa, a Yes Can Do B2B disponibiliza um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços, seguindo normas técnicas internacionais. “O segredo da ferramenta é a taxonomia. As palavras são colocadas em português e traduzidas imediatamente para o inglês técnico. A partir daí, você pode encontrar produtos em empresas localizadas no mundo todo”.
Na ferramenta on line desenvolvida por Grossmann há empresas, indústrias e prestadoras de serviços, que vão desde os setores financeiro e de commodities até os de mineração, telecomunicações e aeronáutica. De olho na Copa do Mundo de 2014, o empresário diz que até mesmo um motorista de táxi interessado em divulgar os seus serviços pode se cadastrar. “Se na Austrália uma empresa precisar de táxis para uma viagem de negócios ao Brasil, poderá entrar em contato com ele”.
Grossmann contraria as teorias de que pessoas mais velhas conhecem pouco as ferramentas digitais. Estudioso da tecnologia, ele diz ter sido uma das primeiras pessoas no Brasil a ter acesso à rede. ”No início da década de 80, somente as universidades tinham acesso à internet e eu trouxe para o Brasil o Dialog, um aglutinador de banco de dados. Em parceria com a Unicamp, eu usava a internet”.
Em 2006, o empresário criou o Webfinder, um site que permitia a empresas encontrar o termo exato para descrever seus produtos. Além de procurar produtos e empresas, o Yes I Can Do B2B permite que a empresa cadastre seu catálogo de produtos. Por este serviço, o site cobra US$ 200 por ano. “Não dá nem US$ 1 por dia para que o produto possa ser visto por centenas de outras empresas”, argumenta
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Classe C, em alta.
Classe C ganha 39,5 milhões de pessoas, diz FGV
Do início de 2003 até maio deste ano, aumento foi de 46,57%.
Nas classes A, B e C, 48,7 milhões foram incluídos no mesmo período.
Somente na classe C foram 39,5 milhões de novos integrantes no período, um aumento de 46,57%. Paralelamente, 24,6 milhões de pessoas deixaram a classe E, queda de 54,18%, e 7,9 milhões, a classe D, recúo de 24,03%, o que mostra que a desigualdade no país vem caindo, afirma o professor Marcelo Cortes Neri, coordenador da pesquisa.
“Você está falando de crescimento em cima de crescimento (...). Ela [classe C] já cresceu porque a renda do brasileiro vem crescendo desde o fim de 2003, e a desigualdade vem caindo há 10 anos. Esses são fatores fundamentais para este cenário de crescimento. O terceiro fator é a estabilidade, seja a inflacionária, seja o choque de confiança que foi dado aos mercados.”
De acordo com Neri, além do crescimento da renda e da queda da desigualdade, a educação é outro fator que colabora para o aumento da classe C. "A nossa pesquisa mostra que, só pelo efeito da educação, se tudo se mantiver constante, a renda do brasileiro cresceria 2,2 pontos percentuais por ano, o que é bastante". Ele citou ainda programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, que foi importante para a classe E, e o aumento do salário mínimo, importante para a classe C.
Do total de novos integrantes das classes A, B e C, 13,3 milhões passaram a fazer parte dessas fatias sociais nos últimos 21 meses encerrados em maio, salienta o professor, o que mostra que o crescimento continua.
Crescimento do PIB versus alta da rendaA pesquisa revela ainda que a renda do brasileiro cresce em proporções maiores que o Produto Interno Bruto do país, o que diferencia o Brasil de outros países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
De 2003 a 2009, a taxa de crescimento do PIB per capita foi, em média, de 2,88% ao ano, sendo superada em 1,83 ponto percentual ao ano pela renda da pesquisa nacional por amostra de domicílio (Pnad), que foi de 4,71% ao ano.
Entre as duas últimas Pnads, essa relação quase dobra, diz a pesquisa. O PIB per capita recúa 1,5% em 2009, contra um crescimento de 2,04% na renda da Pnad.
Na China e na Índia, o movimento foi oposto, disse o professor, pois o PIB cresceu mais do que as pesquisas domiciliares daqueles países.
DesigualdadeAs desigualdade de renda no Brasil vem caindo desde 2001, aponta o estudo. Entre 2001 e 2009, a renda per capita dos 10% mais ricos, aumentou em 1,52% ao ano, enquanto a renda dos mais pobres cresceu a uma taxa de 6,79% ao ano. De acordo com o Neri, esse cenário é outro fator que reflete a diferença do Brasil em relação aos demais países dos Brics, onde a desigualdade, embora mais baixa, segue subindo, diz o estudo.
Otimismo
De acordo com Neri, o Brasil é recordista mundial no que diz respeito à felicidade futura. Segundo pesquisa da FGV realizada com dados do Gallup Worl Poll, de 0 a 10, o brasileiro tem a média de 8,7 no que diz respeito à satisfação com a vida para 2014, superando todos os demais 140 países da amostra, cuja mediana é 5,6.
O professor ressalta ainda que o Brasil também se destaca nesse quesito em relação aos outros países dos Brics, no que diz respeito à felicidade futura em 2014: a África do Sul ficou na 46ª colocação, com 7,2; a China, com 6,4; a Rússia, com 6, e a Índia, com 5,7.
Desintoxicação digital
Desintoxicação digital
Sabemos que o mundo e as relações estão cada vez mais digitais e que as pessoas estão cada vez mais conectadas. Mas é necessário buscar o equilíbrio para não cometer certos exageros e se transformar em um viciado digital. Uma cena, até muito comum nos dias de hoje, mas que não pode ser tratada como natural, é a de amigos compartilhando uma mesa de bar, em um local divertido com várias pessoas ao redor, mas mergulhados em um mundo paralelo.
Normalmente amigos saem juntos com o objetivo de se divertir, trocar ideias e contar histórias, portanto o que justifica pessoas estarem juntas, mas conectadas em mundos individuais? O fato é que o uso cada vez maior de aparelhos como smartphone e iPhone atrelado à proliferação dos canais de comunicação a distância, como MSN, skype e redes sociais, possibilita o surgimento de pessoas viciadas em informação, que sentem necessidade de estar conectadas 24 horas por dia, usando a tecnologia para interagir.
Precisamos levar em consideração também que o volume de informações produzidas hoje no mundo gira em torno de 1,5 bilhão de gigabytes por ano. Isso gera uma média de 250 megabytes de informação para cada homem, mulher e criança do planeta. Seriam necessários dez computadores pessoais para cada pessoa guardar apenas a parte que lhe caberia desse arsenal de conteúdo.
Estima-se também que já se possua em torno de 4 bilhões de páginas na internet. Isso traz reflexos diretos no comportamento das pessoas, que cada vez mais se sentem incapazes de absorver essa quantidade de informações e de se desconectar do universo digital.
Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.
A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.
Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).
Ninguém tem dúvida do benefício que a tecnologia trouxe para o mundo atual, reduzindo distâncias, aproximando pessoas e possibilitando um acesso à informações, nunca antes imaginado. O importante na verdade é apenas ressaltar que muitas vezes a comunicação digital é fria e pode fragilizar os relacionamentos pessoais e profissionais.
O que não podemos é nos tornarmos reféns da tecnologia, deixando de lado outras atividades que não dependam dela. Precisamos nos policiar para não deixar o mundo virtual tomar conta do mundo real, pois acredito que aqueles que vão concentrando as relações apenas nos meios virtuais poderão perder competitividade em relação àqueles que conseguem fazer um mix das duas formas de relacionamento.
A melhor forma de saber se você é um viciado digital é se imaginar em um SPA rural durante um final de semana, sem internet nem celular. Se isso te deixar em pânico, cuidado, talvez você precise de uma desintoxicação digital.
A verdade é que acredito que não exista tecnologia boa o suficiente para substituir as relações pessoais, o contato físico, uma boa conversa com amigos, mesmo que esses encontros sejam viabilizados através das redes sociais.
Normalmente amigos saem juntos com o objetivo de se divertir, trocar ideias e contar histórias, portanto o que justifica pessoas estarem juntas, mas conectadas em mundos individuais? O fato é que o uso cada vez maior de aparelhos como smartphone e iPhone atrelado à proliferação dos canais de comunicação a distância, como MSN, skype e redes sociais, possibilita o surgimento de pessoas viciadas em informação, que sentem necessidade de estar conectadas 24 horas por dia, usando a tecnologia para interagir.
Precisamos levar em consideração também que o volume de informações produzidas hoje no mundo gira em torno de 1,5 bilhão de gigabytes por ano. Isso gera uma média de 250 megabytes de informação para cada homem, mulher e criança do planeta. Seriam necessários dez computadores pessoais para cada pessoa guardar apenas a parte que lhe caberia desse arsenal de conteúdo.
Estima-se também que já se possua em torno de 4 bilhões de páginas na internet. Isso traz reflexos diretos no comportamento das pessoas, que cada vez mais se sentem incapazes de absorver essa quantidade de informações e de se desconectar do universo digital.
Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.
A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.
Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).
Ninguém tem dúvida do benefício que a tecnologia trouxe para o mundo atual, reduzindo distâncias, aproximando pessoas e possibilitando um acesso à informações, nunca antes imaginado. O importante na verdade é apenas ressaltar que muitas vezes a comunicação digital é fria e pode fragilizar os relacionamentos pessoais e profissionais.
O que não podemos é nos tornarmos reféns da tecnologia, deixando de lado outras atividades que não dependam dela. Precisamos nos policiar para não deixar o mundo virtual tomar conta do mundo real, pois acredito que aqueles que vão concentrando as relações apenas nos meios virtuais poderão perder competitividade em relação àqueles que conseguem fazer um mix das duas formas de relacionamento.
A melhor forma de saber se você é um viciado digital é se imaginar em um SPA rural durante um final de semana, sem internet nem celular. Se isso te deixar em pânico, cuidado, talvez você precise de uma desintoxicação digital.
A verdade é que acredito que não exista tecnologia boa o suficiente para substituir as relações pessoais, o contato físico, uma boa conversa com amigos, mesmo que esses encontros sejam viabilizados através das redes sociais.
Internet = Energia
Geraldo Leite
Quero comentar sobre a Internet, mas não sobre ela diretamente e sim do gás que ela dá para as mídias já estabelecidas. No caso da mídia impressa em geral, apontada como vítima inevitável da ascensão do conteúdo gratuito, vemos Revistas e Jornais pelo iPad com uma dinâmica e uma entrega de mídia (conteúdo e comercial) muito melhor do que o padrão anterior.
O Rádio também, com o advento da Internet, consegue propiciar uma cobertura geográfica sem barreiras, um diálogo com o ouvinte bem além da escolha da música preferida e um potencial extraordinário de cobertura comercial casada; muito embora ainda minimamente explorada pelos anunciantes e agências.
A TV Aberta, erroneamente (ou emocionalmente) classificada como a vítima seguinte, também já convive com o poder da audiência simultânea, do aprofundamento do tema durante e pós programas, do buxixo das redes sociais e tudo isso leva a uma forte realimentação do sistema.
A TV por Assinatura, hábil como Revistas em construir targets, logo enxergou o potencial de extensão da audiência online e consegue viabilizar mais facilmente promoções e aproximações com a audiência.
Até a mídia Digital Out-of-Home encontrou na Internet, junto com o Celular, o elo perfeito para a interatividade e a possibilidade de falar mais próximo com audiências distintas.
Nesse novo parque de comunicações, a própria Internet, à la Zelig do Woody Allen, se transforma em um pouco de cada meio: ela antecipa os filmes que serão sucessos na TV paga, ela procura dar notícias antes do rádio, ela faz com que as manchetes dos jornais ou das revistas de informação fiquem velhas mais cedo, ela sugere rádios online, ela transmite futebol, ela acompanha as celebridades, vira um ótimo canal de música e por aí vai.
Quem fechar os olhos será engolido.
Quem surfar junto e tiver qualidade de conteúdo pode ter uma vida longa.
Com toda essa amplitude de novas funções, serviços, hábitos e sentidos, a Internet proporciona um verdadeiro banho de luz na mídia estabelecida.
Geraldo Leite é diretor geral da Singular Arquitetura de Mídia
O Rádio também, com o advento da Internet, consegue propiciar uma cobertura geográfica sem barreiras, um diálogo com o ouvinte bem além da escolha da música preferida e um potencial extraordinário de cobertura comercial casada; muito embora ainda minimamente explorada pelos anunciantes e agências.
A TV Aberta, erroneamente (ou emocionalmente) classificada como a vítima seguinte, também já convive com o poder da audiência simultânea, do aprofundamento do tema durante e pós programas, do buxixo das redes sociais e tudo isso leva a uma forte realimentação do sistema.
A TV por Assinatura, hábil como Revistas em construir targets, logo enxergou o potencial de extensão da audiência online e consegue viabilizar mais facilmente promoções e aproximações com a audiência.
Até a mídia Digital Out-of-Home encontrou na Internet, junto com o Celular, o elo perfeito para a interatividade e a possibilidade de falar mais próximo com audiências distintas.
Nesse novo parque de comunicações, a própria Internet, à la Zelig do Woody Allen, se transforma em um pouco de cada meio: ela antecipa os filmes que serão sucessos na TV paga, ela procura dar notícias antes do rádio, ela faz com que as manchetes dos jornais ou das revistas de informação fiquem velhas mais cedo, ela sugere rádios online, ela transmite futebol, ela acompanha as celebridades, vira um ótimo canal de música e por aí vai.
Quem fechar os olhos será engolido.
Quem surfar junto e tiver qualidade de conteúdo pode ter uma vida longa.
Com toda essa amplitude de novas funções, serviços, hábitos e sentidos, a Internet proporciona um verdadeiro banho de luz na mídia estabelecida.
Geraldo Leite é diretor geral da Singular Arquitetura de Mídia
quarta-feira, 22 de junho de 2011
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Internet mais barata vai aumentar problemas com infraestrutura.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
O que é Tecnologia da Informação (TI)
O que é Tecnologia da Informação (TI)?
Introdução
No início, os computadores eram tidos apenas como "máquinas gigantes" que tornavam possível a automatização de determinadas tarefas em instituições de ensino/pesquisa, grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, tais máquinas começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores, mais poderosos e mais confiáveis. Como se não bastasse, a evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente.
Mas perceba que, desde as máquinas mais remotas e modestas até os computadores mais recentes e avançados, o trabalho com a informaçãosempre foi o centro de tudo. É por isso que a expressão Tecnologia da Informação (TI) é tão popular. Mas o que vem a ser isso?
Antes de tudo, a informação
A informação é um patrimônio, é algo que possui valor. Quando digital, não se trata apenas de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa, uma instituição de ensino, uma empresa ou qualquer outra entidade possa utilizar em prol de algum objetivo.
A informação é tão importante que pode inclusive determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio, por exemplo. E não é difícil entender o porquê. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes ou que uma pessoa poderia ficar rica da noite para o dia porque conseguiu descobrir uma informação valiosa analisando um grande volume de dados.
É por tamanha importância que, apesar de possível, muito dificilmente uma entidade de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se trata de bancos, cadeias de lojas, companhias aéreas, instituições de pesquisas e afins. Por outro lado, se tem uma coisa que ocorre com bastante frequência é o uso inadequado de informações ou, ainda, a subutilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação que visam permitir o armazenamento, o acesso e o uso das informações. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que há várias definições para a expressão e nenhuma delas consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um patrimônio, um bem que agrega valor e dá sentido às atividades a utilizam, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, isto é, que permitam transformar as informações em algo de maior valor ainda, principalmente se isso for feito considerando o menor custo possível.
A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ser a consequência.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários.
Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15 polegadas para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 19 polegadas. Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor dá mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso conhecer quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada atividade, de cada indivíduo.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Neste caso, não seria melhor adquirir um servidor mais adequado às necessidades da companhia ou mesmo considerar o uso de uma solução baseada em computação nas nuvens, por exemplo?
Com estes exemplos, é possível ter uma pequena ideia do qual amplo é o universo da Tecnologia da Informação. Independente da aplicação, há ainda vários outros aspectos que devem ser considerados, por exemplo: segurança, disponibilidade, uso de sistemas adequados (eles realmente devem fazer o que foi proposto), tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), legislação local e assim por diante.
O profissional de TI
As tarefas de desenvolver, implementar e atualizar soluções computacionais cabem aos profissionais de TI. Por causa de sua amplitude, a área é dividida em várias especializações, tal como acontece com a medicina, por exemplo. Sendo assim, há profissional de TI para cada um dos seguintes segmentos: banco de dados, desenvolvimento, infraestrutura, redes, segurança, gestão de recursos, entre outros.
Para cada uma dessas áreas, há subdivisões, por exemplo, em desenvolvimento, há profissionais que atuam apenas com softwares comerciais (como ERP), outros que trabalham apenas com a criação de ferramentas para dispositivos móveis, outros que concentram suas atividades na internet e assim por diante.
Via de regra, interessados em seguir carreira na área de TI fazem cursos como ciência da computação, engenharia da computação e sistemas de informação, mas há outros, inclusive com foco mais técnico, como tecnologia em redes de computadores e tecnologia em banco de dados, além de cerificações e cursos de pós-graduação para profissionais já formados.
Finalizando
Se você declara imposto de renda, seus dados são processados por computadores do governo. Se você tira passaporte, seus dados ficam cadastrados em um banco de dados da polícia federal (ou de outro órgão competente, de acordo com o país). Se você faz compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema da empresa. Para você usar o telefone, uma complexa rede de comunicação controlada por computadores é utilizada. Enfim, exemplos não faltam.Quem precisa de TI? Nos tempos atuais, a sociedade como um todo. Hoje, a informatização atinge as mais diversas áreas do conhecimento e está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, mesmo quando elas não percebem.
A , portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos, afinal, informação sempre existiu, mas não de maneira tão volumosa e aproveitável
.
Redes sem-fios
| As redes sem-fios tornaram viáveis a construção de Cidades Digitais. Mas apenas construir uma infra-estrutura de comunicação municipal, disponibilizando acesso livre à Internet aos moradores e visitantes não fazem uma Cidade Digital: "O verdadeiro desafio está no provimento de serviços aos cidadãos - a rede é apenas o meio, não o fim".Estimular o desenvolvimento econômico e social da comunidade, melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos, aumentar a eficiência da administração municipal e promover a inclusão digital (através da integração das escolas, postos de saúde e comunidades carentes) são mais importantes: a rede deve ser projetada para suportar os objetivos da Cidade Digital, não o contrário! Além dos serviços tradicionais, como acesso à Internet público, instalação de Telecentros pelo município, diversas outras soluções podem ser desenvolvidas, como serviços on-line aos cidadãos, melhoria da gestão administrativa municipal com a integração dos sistemas de informações das diversas secretarias e órgãos, e a interligação dos diversos prédios da administração com sistemas baseados em VoIP. |
SC é a 7ª cidade mais digital do Brasil
SC é a 7ª cidade mais digital do Brasil
O prefeito Oswaldo Barba recebeu mais um prêmio na última terça-feira (14). São Carlos foi considerada a 7ª posição no ranking que mediu o uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) em 75 municípios brasileiros. O “Índice Brasil de Cidades Digitais” foi criado pela instituição CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás – em parceria com a Momento Editorial, empresa voltada para divulgação de inovação na área das TIC’s.O índice foi medido a partir de critérios criados pelo CPqD, instituição criada em 1976 e que foca a inovação com base nas TICs para a avaliação do grau de digitalização dos municípios, levou em consideração nove categorias relacionadas, não só à infraestrutura tecnológica (presença de equipamentos primários, banda, cobertura geográfica, etc), mas também a disponibilidade de serviços digitais e até de recursos de acessibilidade, por exemplo, para pessoas com deficiências físicas ou analfabetas.São Carlos ficou entre as dez primeiras posições por conta de diversos serviços digitais oferecidos à população como o Sistema Integrado de Consulta ao acervo das bibliotecas de São Carlos, o Serviços Integrado do Município (SIM) online, que possibilita ao cidadão obter diversas informações. O município também viabiliza, através da internet, o boletim eletrônico dos alunos da rede municipal para os pais; documentos como o requerimento eletrônico de licenças, a solicitação do IPTU Verde via internet entre vários outros.O prêmio foi recebido pelo prefeito em São Paulo. Ele estava acompanhado do secretário de Planejamento e Gestão, Rosoé Donato. “A cidade de São Carlos está entre as sete primeiras neste índice que avaliou 75 municípios, este e outros prêmios que a cidade já recebeu são frutos de um investimento em tecnologia que resulta em facilidade para o cidadão são-carlense, que é uma das metas do nosso governo”, esclarece o prefeito Barba. Ele também destacou o trabalho de cidades menores que também foram premiadas. “Eu fico feliz por ver cidades iguais ou menores que São Carlos serem premiadas juntamente com grandes capitais, e esperamos estar aqui novamente no ano que vem recebendo o primeiro lugar”, brincou durante seu discurso. O prêmio foi entregue por Juliano Dall'Antonia, diretor de Tecnologia e Serviços do CPqD.A Prefeitura de São Carlos já recebeu outros prêmios como o TI & Governo e o Prefeito Inovador por suas realizações na área das TIC’s como implantação da Redemetro, batizada em São Carlos de RedeSanca, que vai interligar os pontos como universidades, centros de pesquisas, parques tecnológicos, equipamentos de saúde municipal – Hospital Escola, SAMU e CEME, unidades escolares, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros na transmissão de conteúdo. Outro fator que rendeu prêmios para São Carlos foi o Governo Eletrônico que disponibiliza, online, serviços diversos à sociedade.Confira as cidades mais digitais do país1.º - Belo Horizonte (MG);2.º - Curitiba (PR);3.º - Porto Alegre (RS);4.º - Vitória (ES);5.º - Ibirapuitã (RS):5.º - Jundiaí (SP);6.º - Campinas (SP);7.º - São Carlos (SP);7.º - Santos (SP);8.º - Tarumã (SP);9.º - São Paulo (SP);10.º - Tauá (CE).
O prefeito Oswaldo Barba recebeu mais um prêmio na última terça-feira (14). São Carlos foi considerada a 7ª posição no ranking que mediu o uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) em 75 municípios brasileiros. O “Índice Brasil de Cidades Digitais” foi criado pela instituição CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás – em parceria com a Momento Editorial, empresa voltada para divulgação de inovação na área das TIC’s.O índice foi medido a partir de critérios criados pelo CPqD, instituição criada em 1976 e que foca a inovação com base nas TICs para a avaliação do grau de digitalização dos municípios, levou em consideração nove categorias relacionadas, não só à infraestrutura tecnológica (presença de equipamentos primários, banda, cobertura geográfica, etc), mas também a disponibilidade de serviços digitais e até de recursos de acessibilidade, por exemplo, para pessoas com deficiências físicas ou analfabetas.São Carlos ficou entre as dez primeiras posições por conta de diversos serviços digitais oferecidos à população como o Sistema Integrado de Consulta ao acervo das bibliotecas de São Carlos, o Serviços Integrado do Município (SIM) online, que possibilita ao cidadão obter diversas informações. O município também viabiliza, através da internet, o boletim eletrônico dos alunos da rede municipal para os pais; documentos como o requerimento eletrônico de licenças, a solicitação do IPTU Verde via internet entre vários outros.O prêmio foi recebido pelo prefeito em São Paulo. Ele estava acompanhado do secretário de Planejamento e Gestão, Rosoé Donato. “A cidade de São Carlos está entre as sete primeiras neste índice que avaliou 75 municípios, este e outros prêmios que a cidade já recebeu são frutos de um investimento em tecnologia que resulta em facilidade para o cidadão são-carlense, que é uma das metas do nosso governo”, esclarece o prefeito Barba. Ele também destacou o trabalho de cidades menores que também foram premiadas. “Eu fico feliz por ver cidades iguais ou menores que São Carlos serem premiadas juntamente com grandes capitais, e esperamos estar aqui novamente no ano que vem recebendo o primeiro lugar”, brincou durante seu discurso. O prêmio foi entregue por Juliano Dall'Antonia, diretor de Tecnologia e Serviços do CPqD.A Prefeitura de São Carlos já recebeu outros prêmios como o TI & Governo e o Prefeito Inovador por suas realizações na área das TIC’s como implantação da Redemetro, batizada em São Carlos de RedeSanca, que vai interligar os pontos como universidades, centros de pesquisas, parques tecnológicos, equipamentos de saúde municipal – Hospital Escola, SAMU e CEME, unidades escolares, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros na transmissão de conteúdo. Outro fator que rendeu prêmios para São Carlos foi o Governo Eletrônico que disponibiliza, online, serviços diversos à sociedade.Confira as cidades mais digitais do país1.º - Belo Horizonte (MG);2.º - Curitiba (PR);3.º - Porto Alegre (RS);4.º - Vitória (ES);5.º - Ibirapuitã (RS):5.º - Jundiaí (SP);6.º - Campinas (SP);7.º - São Carlos (SP);7.º - Santos (SP);8.º - Tarumã (SP);9.º - São Paulo (SP);10.º - Tauá (CE).sexta-feira, 17 de junho de 2011
Roupas Virtuais.
'Espelho mágico' permite experimentar roupas virtuais em um avatar 3D.Protótipo apresentado pela Intel gera um avatar 3D da pessoa, que pode selecionar peças de roupas para provar virtualmente | ||
O "provador virtual" mostra um avatar do usuário, que simula as formas e os parâmetros exatos da pessoa que está à frente do espelho, e "veste" o avatar com uma roupa virtual. Assim, é possível experimentar diferentes peças virtualmente sem precisar usar um provador de verdade. O protótipo foi apresentado em uma superfície que funcionaria como um espelho de loja, mas, ao invés de ser reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar o tamanho e medidas de quem está à sua frente. A tela cria um avatar 3D dos usuários, que responde em tempo real aos movimentos da pessoa, e permite que, por meio de gestos, o cliente selecione as roupas que quer provar em seu avatar 3D. A novidade ainda não tem previsão de se tornar realidade nas lojas mundiais, mas a ideia é que o protótipo crie uma nova experiência de compras no varejo, permitindo que as pessoas experimentem várias peças de roupa com mais velocidade e comodidade. |
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Publicidade mundial
Publicidade mundial chegará a US$ 494 bilhões este ano
As estimativas concentram internet, revistas, jornais, outdoors, rádio e TV, além da internet
Este ano, prevê-se que os gastos com publicidade cheguem a US$ 494 bilhões em todo o mundo em razão do crescimento de 3.9% esperado para o período. A previsão é da consultoria eMarketer, segundo a qual, até 2015 o mercado deve alcançar a marca de US$ 600 bilhões em investimentos.
Somente nos Estados Unidos, a publicidade online deve chegar aos US$ 31,3 bilhões, uma alta de 20.2% em relação a 2010. Em 2015, a previsão é que o setor chegue perto dos US$ 50 bilhões naquele país.
O destaque nos EUA é a publicidade dirigida aos sites de vídeo, que terão alta de 52.1% em 2011. Em seguida aparecem patrocínio (26.4%), banners (22.1%), buscas (19.8%), classificados (15.7%), rich media (7.9%) e lead generation (6.1%). Já o e-mail deve cair 16.5%.
Google é a empresa que paga melhor profissionais de TI
Pesquisa mostra que Google é a empresa que paga melhor profissionais de TI
De acordo com o levantamento, a empresa paga 23% acima da média salarial oferecida aos profissionais da área
Pesquisa mundial realizada pelo site PayScale aponta que o Google é a empresa que melhor remunera os profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação).
De acordo com o levantamento, a empresa paga 23% acima da média salarial oferecida aos profissionais da área, situando-se entre US$ 82.600 e US$ 141 mil anuais para quem tem dez anos de experiência.
A Amazon.com, a Apple Computer e a Microsoft também se destacaram na pesquisa, pagando 17% e 15% cada, respectivamente, acima da média dos salários. O Facebook, que paga salário inicial de US$ 59.100, em média, tem remuneração 13% superior à média do mercado. Intel Corporation (+ 7%), IMB (+5%) e Dell (+4%) aparecem em seguida.
A Hewlett-Packard Company, por outro lado, paga em torno de 5% abaixo da média do mercado, conforme o levantamento.
Brasil
No Brasil, ainda de acordo dados da PayScale, a profissão mais bem remunerada é a de country manager (executivo que representa a empresa fora do país), seguida por gerente-geral de operações, gerente de TI, gerente regional de vendas, engenheiro de computação e engenheiro mecânico.
O levantamento no Brasil aponta ainda para o fato de São Paulo ser a cidade que mais bem paga os profissionais brasileiros, na média geral. Rio de Janeiro vem logo a seguir, aparecendo ainda Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Porto Alegre e Salvador.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Que Música você curte?
Hei, amigo, que Música você curte ?!

Curte Ópera? Não !? Óh!

Balé? Não ?! Lamento !

Sertanejo ou caipira? Não?! Uai Sô!

Música Mexicana? Mão? Ai Caramba??


Clássica Erudita? Não ?! Deverasmente. .. .
Religiosa ou Sacra? Não? Amem . .

É Rock & Roll?
É isso ai Cara!!
Cada produto tem seu Público.

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